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Lidando com emoções adolescentes

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A vida adolescente não é como nos filmes. É estressante tentar equilibrar escola e dever de casa, além de sua família e vida social. Há drama e trauma para superar também.

Quer seu melhor amigo esteja cancelando planos para passar mais tempo com o próximo objeto brilhante ou alguém espalhando boatos sobre você online, você está chateado e frustrado ... mais uma vez.

Você pode estar sob pressão para ter um desempenho melhor do que todos os outros para garantir "seu futuro" e isso o deixa tão ansioso por perder o sono e ver mudanças de peso.

Ou quando a vida adolescente está repleta de emoção e possibilidades ao seu redor, para aparentemente todos mas você, e você está cheio de um desespero vazio, como você fica melhor?

Deve haver uma maneira de lidar com essa montanha-russa de emoções. Mas como?

Assuma o controle de suas emoções

Você está louco? Nervoso? Triste? Frustrado? Assuma o controle de suas emoções, identificando como você está se sentindo.

Colocar esses sentimentos em palavras os torna menos intensos. Os pesquisadores acreditam que existem alguns motivos pelos quais isso acontece:

Tira você da cabeça

Dedicar algum tempo para descobrir o que você está sentindo permite que as emoções sigam seu curso naturalmente. Identificar o sentimento limpa o caminho para sentir alívio dele.

É um exercício de atenção plena.

Para colocar suas emoções em palavras, você precisa descobrir o que está sentindo. Essa técnica de atenção plena o ajudará a se acalmar para que você possa fazer uma auto-reflexão.

Isso acaba com sua dúvida.

Muitas vezes ficamos confusos com nossos sentimentos negativos. Sentimos algo, mas não sabemos exatamente o quê. Quando você nomeia seus sentimentos, não só começa a entender o que o aborrece, mas também começa a entender como se sente a respeito disso. Essa clareza e aceitação podem ajudá-lo a se sentir melhor.

Aprenda a surfar

Terapeutas especializados em trabalhar com adolescentes sugerem que você aprenda a “surfar na onda da emoção”, estratégia ensinada na terapia comportamental dialética (TCD).

É assim que funciona. Quando estamos chateados, podemos ser apanhados pelos detalhes sobre o que estamos chateados e pensar que podemos acalmar o sentimento através do pensamento. Mas isso pode fazer com que fiquemos presos em ciclos de pensamentos negativos.

Em vez disso, temos que sair do ciclo e entrar nos sentimentos para que as emoções possam seguir seu curso natural.

Tire (saudavelmente) do seu sistema

Quando você tenta conter seus sentimentos ou ignorá-los, tudo pode piorar. Suas emoções estão enviando uma mensagem a você, que você não deve ignorar.

Mesmo que contê-lo faça você se sentir melhor um pouco, você ainda terá esses sentimentos por dentro. Reprimir suas emoções pode realmente causar dor de estômago, ou pior.

Outro motivo para retirá-lo do seu sistema: é realmente saudável para você! Especificamente, o choro libera substâncias químicas que nos fazem sentir bem, chamadas oxitocina e endorfinas.

Eles ajudam a aliviar sua dor física e emocional. Você literalmente se sentirá melhor depois de um bom choro.

Além de um bom choro, aqui estão algumas outras maneiras de liberar suas emoções:

  • Exercício. Pratique skate, ande de bicicleta, corra, surfe, boxe, faça levantamento de peso ou faça algo que o ajude a liberar as mesmas endorfinas e energia reprimida.
  • Mova-se para a sua música favorita. Bate cabeça, dançar e se divertir, como ir ao karaokê, pode melhorar seu humor.
  • Faça uma atividade que você goste. Se você gosta de fazer clipes de mídia social, praticar um esporte, brincar com um hobby ou um jogo (um pouco!), Fazer uma atividade divertida pode ajudá-lo a se lembrar das coisas boas e seguir em frente.
  • Descontrair. Quer seja tomar banho, assar bolos ou até mesmo limpar, uma atividade relaxante pode dar a você algum tempo para pensar - e superar - seus sentimentos.

Alcançar

Ninguém pode viver sozinho. Todos nós precisamos de suporte de vez em quando.

Estender a mão para um amigo ou membro da família não é um sinal de fraqueza. Na verdade, é um sinal de confiança, inteligência emocional e força. É o lado de "tornar-se adulto" que muitos adultos ainda não entenderam.

Falar com alguém pode ajudar a reduzir o estresse. E, quando alguém ouve como você se sente e valida seus sentimentos, isso pode fazer você se sentir melhor.

Conversar com um amigo, familiar ou terapeuta também pode ajudá-lo a colocar as coisas em perspectiva. Muitas vezes, essa pessoa vai até mesmo ajudá-lo a encontrar soluções para o que está incomodando você.

A terapia é uma opção ideal porque é:

  • confidencial - os terapeutas são legalmente obrigados a não compartilhar detalhes com seus pais ou qualquer outra pessoa (contanto que você não expresse perigo iminente para si mesmo ou para outra pessoa)
  • terapeutas são especialistas em emoções
  • Se seus pais tiverem seguro, ele pode estar coberto. É gratuito por meio de um programa comunitário

Publique em redes sociais

Postar nas redes sociais quando você está triste ou zangado costuma piorar as coisas. Quando suas emoções estiverem fortes, você pode escrever coisas das quais se arrependerá mais tarde.

E, dependendo do quanto você está zangado, sua postagem pode ser uma forma de cyberbullying.

Usar a mídia social de forma negativa não fará você se sentir melhor. E, uma vez postado online, pode causar danos reais ao seu futuro. Mesmo se você excluí-lo, ele ainda pode ser encontrado. Isso pode afetar potencialmente seus relacionamentos futuros ou até mesmo um emprego potencial.

Têm uma reação instintiva

Você provavelmente também se arrependerá de uma reação instintiva. Sentir-se com seus sentimentos e se acalmar é importante. Falar ou fazer algo impulsivamente para a pessoa que o aborreceu (mesmo que essa pessoa seja você!) É uma receita para o desastre.

Agir sem parar para pensar sobre o que está fazendo pode fazer com que você sinta:

  • envergonhado com o que você disse ou fez
  • culpado por magoar a outra pessoa
  • com raiva de si mesmo porque você piorou a situação, não melhorou

Além disso, se você reagir de maneira muito dura, isso pode prejudicar sua reputação.

Morda a mão que te alimenta

Se alguém está se oferecendo para ajudá-lo, considere como você reage. Seja um pai, outro membro da família, amigo, professor, treinador ou quem quer que seja. Se eles estão se oferecendo para ajudar, eles se preocupam com você.

Se você responder gritando com eles ou dizendo-lhes para deixá-lo em paz, eles provavelmente o farão.

O que é pior, quando você aborda aquele professor ou treinador para uma carta de recomendação ou pede dinheiro aos seus pais, eles podem se lembrar de como você respondeu e decidir não ajudá-lo.

Se você realmente não quer a ajuda deles, recuse gentilmente, mas claramente. Agradeça a oferta e diga que você precisa descobrir isso sozinho.

Jogue em você mesmo

Se machucar não fará com que o que está incomodando você desapareça. Esteja você cortando ou queimando sua pele, morrendo de fome ou comendo compulsivamente e purgando, ou fazendo qualquer outra coisa prejudicial, a automutilação é apenas uma liberação temporária.

Pode ser bom controlar sua dor emocional por alguns minutos, mas na verdade não o ajuda a resolver seus problemas.

Além disso, a automutilação pode se tornar viciante ou levar a coisas piores.

Existem maneiras saudáveis ​​e não saudáveis ​​de lidar com suas emoções. Os saudáveis ​​irão ajudá-lo a seguir em frente. Os que não são saudáveis ​​vão deixar você com pesar.

Identifique o que você é realmente sentimento, sente-se com essa emoção, aceite-a, escolha uma forma saudável de liberar essa energia, cuide-se de si mesmo e deixe-se estar aberto para apoiar.


Ensino de inteligência emocional para adolescentes e alunos

Imagem via Pixabay

A inteligência emocional é muito importante no desenvolvimento de um adolescente.

Há evidências consideráveis ​​apontando para seu papel positivo em ajudar os alunos a lidar com o estresse, desenvolver relacionamentos e lidar com as transições que eles enfrentam.

Se você é um professor, pai ou aluno, provavelmente já sabe como isso está aparecendo em todos os lugares recentemente, nas aulas, currículos e até mesmo nos exames.

Aqui, veremos a fascinante pesquisa sobre Inteligência Emocional para adolescentes e alunos - por que é importante e como desenvolvê-la. Em seguida, examinaremos em profundidade algumas maneiras diferentes pelas quais professores e adolescentes podem pegar esse conhecimento e usá-lo na prática.

Nesse sentido, estaremos delineando alguns planos de aula e reunimos alguns Powerpoints que, esperançosamente, tornarão o ensino de EI mais fácil. Porque sim, a inteligência emocional pode ser 100% ensinada e aprendida.

Antes de continuar lendo, pensamos que você gostaria de baixar nossos 3 exercícios de inteligência emocional gratuitamente. Esses exercícios baseados na ciência não apenas aumentarão sua capacidade de compreender e trabalhar com suas emoções, mas também fornecerão as ferramentas para fomentar a inteligência emocional de seus clientes, alunos ou funcionários.

Você pode baixar o PDF grátis aqui.


Psicologia do adolescente: o que torna os adolescentes diferentes e como a psicologia pode ajudar?

Os adolescentes vivem em uma época estimulante de transição da infância para a idade adulta. Este momento pode ser cheio de descobertas empolgantes à medida que os adolescentes desenvolvem suas habilidades e traços de personalidade únicos. Também existem desafios que acompanham o processo de se tornar um adulto. Como os adolescentes são fundamentalmente diferentes de crianças e adultos, é importante entendê-los melhor para que você possa apoiá-los enquanto crescem.

A adolescência é um momento de grandes mudanças para os adolescentes, sem falar de todos os envolvidos em suas vidas. É importante que os adolescentes desenvolvam uma identidade e independência. Ao mesmo tempo, eles enfrentam uma pressão crescente para serem responsáveis ​​e confiáveis ​​enquanto lidam com questões como sexualidade, uso de drogas e relacionamentos com colegas. A psicologia do adolescente busca entender os adolescentes e ajudá-los a fazer a transição da infância para a idade adulta.

A American Academy of Pediatrics explica que a adolescência é uma temporada de desenvolvimento acelerado em cinco áreas principais: moral, social, física, cognitiva e emocional. Para apoiar esse desenvolvimento, a psicologia do adolescente se concentra em questões de saúde mental para pessoas com idades entre 13 e 19 anos. Psicólogos de adolescentes reconhecem e ajudam os adolescentes durante esse período de crescimento e transição.

Como a mente de um adolescente funciona de maneira diferente

Os adolescentes podem apresentar desafios aos adultos em suas vidas. Se você está lutando com seu filho adolescente, isso é normal. Pergunte a qualquer outro pai ou mãe com adolescentes em casa. Há muitas maneiras de entender melhor e se conectar com seu filho adolescente, para que você possa ajudá-lo a lidar com as mudanças que estão experimentando. A Academia Americana de Psiquiatria Infantil e Adolescente explica que os adolescentes são mais propensos a:

  • Seja impulsivo
  • Entenda mal as emoções e os sinais sociais
  • Tiver acidentes ou lutas físicas
  • Assuma riscos ou faça escolhas perigosas

O desenvolvimento desde a infância até a idade adulta é um processo complexo. É mais do que aprender. Os adolescentes que passam por essa transição pensam, sentem e se comportam de maneira diferente do que quando crianças ou adultos. Essas diferenças podem ser vistas em todas as áreas de desenvolvimento.

Desenvolvimento Físico / Sexual

Os sinais físicos da adolescência são óbvios. As pessoas começam a ter pêlos púbicos durante esse período. Eles também ficam mais altos, com as meninas geralmente atingindo a altura total aos 16 anos e os meninos geralmente atingindo a altura total aos 18 anos. Características sexuais secundárias começarão a se desenvolver: para alguns, isso pode significar menstruação e seios em desenvolvimento. Para outros, isso pode significar emissões noturnas e vozes mais profundas.

Do ponto de vista da psicologia adolescente, o desenvolvimento do cérebro durante este período é particularmente importante. As áreas do cérebro que permitem que os adolescentes controlem comportamentos e emoções experimentam um desenvolvimento significativo durante esta fase, assim como as áreas onde o risco e a recompensa são calculados. Os adolescentes também ganham a capacidade de pensar com mais eficiência devido às mudanças na mielina e nas sinapses cerebrais.

Todas essas mudanças físicas afetam a maneira como os adolescentes pensam e se comportam. Eles desenvolvem consciência sexual e podem se tornar sexualmente ativos. Enquanto estiverem saudáveis, seus corpos provavelmente estarão mais fortes e coordenados do que nunca, permitindo-lhes se destacar nos esportes. Os adolescentes têm muitas oportunidades e desafios relacionados ao seu desenvolvimento físico. A psicologia do adolescente pode ajudá-los a compreender as mudanças físicas pelas quais estão passando, para que possam lidar com elas de maneira positiva.

Desenvolvimento cognitivo

Além do desenvolvimento físico, a adolescência traz novas formas de pensar. À medida que os adolescentes se desenvolvem cognitivamente, eles ganham a capacidade de pensar abstratamente. A imaginação e o raciocínio complexo se desenvolvem exponencialmente durante essa fase. Por causa disso, os adolescentes ganham a capacidade de compreender conceitos abstratos encontrados na matemática avançada e começam a pensar mais em ideias como espiritualidade e amor.

O pensamento abstrato também torna os adolescentes mais propensos a riscos, porque eles se sentem invencíveis aos perigos. À medida que amadurecem, felizmente desenvolvem habilidades de raciocínio mais fortes e podem pensar as coisas de maneira lógica. Eles desenvolvem a capacidade de julgar as coisas por si próprios, para que possam pensar nas possíveis consequências de uma ação com antecedência.

Esse desenvolvimento cognitivo não acontece em um piscar de olhos. No início da adolescência, as crianças usam principalmente seu raciocínio abstrato recém-descoberto para os trabalhos escolares e em casa. Eles começam a expressar suas opiniões sobre as atividades que desejam realizar e a escolher seus próprios objetivos. Eles vêem as consequências de curto prazo, mas nem sempre podem imaginar o longo prazo.

No meio da adolescência, seu pensamento se torna mais complexo. Eles podem imaginar como será seu futuro, mas têm dificuldade em aplicar esses pensamentos ao processo de tomada de decisão. Eles também questionam mais as coisas. No final da adolescência, os adolescentes começam a pensar fora de si de uma nova maneira. Eles podem pensar mais sobre o que está acontecendo no mundo e os principais desafios que a sociedade enfrenta. Eles também podem ficar preocupados com as escolhas de carreira e com o que fazer depois que saírem de casa.

Desenvolvimento emocional

Durante esse período tumultuado, os adolescentes procuram seus colegas em busca de apoio emocional. Eles começam a ter mais conflitos com os pais até o final da adolescência, quando podem se tornar mais próximos deles novamente.


Fonte: unsplash.com

É normal neste momento que os adolescentes queiram e precisem de privacidade. Eles estão preocupados com a aparência e podem desenvolver problemas de imagem corporal. Ao chegarem ao final da adolescência, provavelmente se tornarão mais confiantes em si mesmas e em suas crenças. Eles podem buscar experiências sensoriais e ficar sexualmente excitados facilmente. No final da adolescência, eles começam a ter melhor controle sobre suas emoções. Grande parte da psicologia adolescente trata de ensinar os adolescentes a controlar suas emoções.

Desenvolvimento moral

Os adolescentes também desenvolvem seu senso de moralidade durante a adolescência. Eles estão passando do estágio de desenvolvimento de autoridade e ordem social, no qual estavam focados em regras fixas. À medida que amadurecem, eles começam a analisar contratos e relacionamentos sociais. Eles estão preocupados em fazer o que é mutuamente benéfico e em fazer o que é moralmente certo, mesmo que não seja legalmente certo. À medida que se tornam adultos, seu foco moral pode mudar novamente, à medida que eles começam a pensar em "certo" e "errado" como conceitos universais que se aplicam a sistemas jurídicos e culturas.

Identidade do Adolescente

Junto com outras facetas do desenvolvimento cognitivo, emocional e social, os adolescentes desenvolvem suas próprias identidades únicas durante esse estágio. Do início ao fim da adolescência, seu pensamento é afetado pelo egocentrismo adolescente, embora cada vez menos à medida que amadurecem. Três características do egocentrismo adolescente são:

  • Auto-absorção: seu foco está quase inteiramente neles mesmos.
  • Fábula pessoal: eles se consideram especiais e únicos.
  • Público imaginário: eles pensam que os outros estão focados neles, observando tudo sobre eles, incluindo o que dizem e o que fazem.

Ajudando Adolescentes

É normal que os adolescentes encontrem dificuldades em meio a todas essas mudanças. A psicologia do adolescente lida com questões importantes que podem ter um impacto duradouro na vida de um adolescente. Alguns deles incluem independência, sexualidade, uso de drogas e relacionamentos com colegas. À medida que passam por essa fase estimulante e desafiadora de desenvolvimento, os adolescentes podem precisar da ajuda de psicólogos adolescentes para que possam trabalhar e resolver esses problemas de maneira positiva. À medida que passam por essas experiências, aprendem a lidar com situações difíceis e, portanto, tornam-se mais independentes.

Independência

Os adolescentes precisam se tornar independentes para se tornarem adultos plenamente funcionais. À medida que se desenvolvem, podem adquirir as habilidades para se tornarem autônomos. Para fazer isso, eles devem:

  • Explore sua identidade e desenvolva um senso estável de quem eles são,
  • Torne-se mais consciente de si mesmo e de seus pensamentos e comportamentos, e
  • Defina e alcance metas.

Os pais podem ajudar os adolescentes a ganhar independência, permitindo que façam suas próprias escolhas e vivam com as consequências. Ao mesmo tempo, os adolescentes precisam do amor e do respeito dos pais. Eles precisam do apoio dos pais que confiam em suas habilidades, mas também precisam de orientação sem controle estrito. Isso pode ser um desafio para os pais, especialmente em áreas como sexualidade, uso de drogas e grupos de amigos.

O desenvolvimento sexual adolescente envolve muitas tarefas diferentes. Os adolescentes precisam entender e se sentir bem com as mudanças que estão acontecendo em seus corpos e precisam aprender a tomar decisões sobre o que fazem com seus corpos, incluindo sexo. Ao longo do caminho, eles precisam descobrir sua identidade sexual e aprender como ter relacionamentos sexuais saudáveis. Enquanto cerca de 50 por cento dos adolescentes fazem sexo antes dos 18 anos, mesmo os adolescentes que não estão envolvidos em atividades sexuais precisam desenvolver consciência sexual e habilidades de relacionamento.

A maioria dos adolescentes se depara com a possibilidade de usar drogas e álcool. É importante que eles estejam cientes das consequências, mas a educação sobre as drogas precisa se concentrar nos riscos reais do uso de drogas, em vez de histórias de terror ultrajantes. Caso contrário, não é eficaz porque os adolescentes têm a capacidade cognitiva de reconhecer a diferença entre preocupação e tentativas de controlá-los. Para muitos pais, a chave para desencorajar o uso de drogas é comunicar bem os perigos.

Relacionamento com os pares

O relacionamento com os pares é extremamente importante para os adolescentes. Eles aprendem como construir relacionamentos e também como encerrá-los. Além disso, eles lidam com a competição de seus pares, tanto social quanto academicamente. A psicologia da criança e do adolescente pode fornecer-lhes ferramentas para interações sociais com seus pares e ensiná-los a cultivar relacionamentos que são importantes para eles.


Fonte: unsplash.com

Psicologia anormal da criança e do adolescente

A psicologia de crianças e adolescentes anormais lida com adolescentes que têm problemas de saúde mental. Alguns problemas comuns de saúde mental com os quais os adolescentes lidam incluem:

  • Depressão
  • Transtorno dismórfico corporal
  • Distúrbios alimentares
  • Transtornos de ansiedade
  • Transtornos de Humor
  • Esquizofrenia
  • ADHD / ADD
  • Autismo

Se uma criança tem ou é suspeita de ter qualquer uma dessas ou outras condições mentais, ela precisa receber ajuda de um psiquiatra e / ou terapeuta. Lidar com habilidade com esses problemas durante a adolescência não apenas os ajuda a superar os turbulentos anos da adolescência, mas também lhes dá a chance de um futuro melhor.

Às vezes, um dos pais ou responsável principal não é a pessoa certa para ajudar um adolescente nesta fase da vida. Algumas das coisas que os adolescentes valorizam, como privacidade e anonimato, podem ser encontradas por meio de um conselheiro online. A BetterHelp oferece terapeutas e profissionais de saúde mental especializados em psicologia do adolescente. Essas pessoas atenciosas podem ser um lugar seguro para seu adolescente aprender novas habilidades para ajudá-lo a lidar com as mudanças de vida. Eles também podem ajudá-lo como pai, se você estiver passando por dificuldades durante esse período. Nossa equipe tem ajudado vários adolescentes e pais de adolescentes a navegar na comunicação junto com os problemas detalhados neste artigo. Na verdade, a BetterHelp dedicou a plataforma TeenCounseling para atender pessoas com idades entre 13 e 18 anos.

Embora a terapia online já exista há algum tempo, o surto de coronavírus levou muitos a reconsiderar as opções de terapia online. Slate escreveu um artigo sobre os profissionais da terapia online e o que um novo usuário deve ter em mente. Eles destacaram que a pesquisa sobre terapia baseada em vídeo vem acontecendo desde os anos 1980 e que a teleterapia funciona bem para a maioria das doenças em todas as idades.

Muitas pessoas que usam plataformas de terapia on-line desfrutam da privacidade que ela oferece e não há necessidade de ir a um escritório. Você pode se sentir confortável em sua casa, desde que tenha uma conexão confiável com a Internet. A terapia online costuma ser mais barata do que a terapia tradicional, o que pode se tornar mais importante se você tiver vários membros de sua família em terapia. Abaixo estão algumas análises dos conselheiros do TeenCounseling e da BetterHelp de pessoas com problemas semelhantes.

Avaliações de conselheiros

"Trabalho com Carolyn há 6 meses e me beneficiei enormemente de seu aconselhamento ao apoiar minha filha para anorexia. A anorexia é uma doença mente-corpo muito complexa e os membros da família podem desempenhar um papel muito importante na recuperação, educar-nos e compreender seu comportamento. Isso me permite usar palavras corretas com ela e observar o próprio comportamento com ela, portanto, estou apoiando-a de maneira saudável e não facilitando sua doença. Além disso, meu próprio estresse tem sido muito difícil enquanto eu observava minha doce filha sofrer, eu precisava encontrar habilidades de enfrentamento para mim mesma. A experiência de Carolyn, suas orientações muito compassivas, mas claras, e feedback para mim me tornaram mais confiante e capaz de lidar com esta doença difícil. encontrando muita força em sua terapia e, o mais importante, estou lidando melhor com minha filha e posso ver a diferença em minhas interações com ela. Agradeço a Carolyn por ter entrado em minha vida quando Eu precisava de alguém para me guiar nisso. Além de nossos chats de vídeo semanais, posso enviar textos rápidos para ela no aplicativo BetterHelp se surgir um problema e eu precisar de suas opiniões, e Carolyn responde muito rapidamente com mais dicas para me ajudar. Recomendei a BetterHelp a amigos, pois o acesso a uma grande terapeuta como Carolyn não teria sido possível para mim sem esta plataforma. enquanto eu também faço isso na conveniência do meu tempo e de casa. Obrigado Carolyn, e obrigado Betterhelp por estar aqui para mim! "

& ldquoTonya é ótima! Ela oferece uma variedade de habilidades e é bastante pessoal. Ela tem um bom repertório de ferramentas auxiliares e terapias para complementar suas sessões e é uma boa ouvinte. Sua personalidade alegre sempre ilumina meu dia e eu geralmente encontro uma nova maneira de ver as coisas durante minhas sessões com ela. Ela é uma joia! Obrigado, Tonya, por tudo o que você faz para ajudar os outros e por compartilhar seus dons a serviço dos outros através da Better Help. Better Help é um recurso maravilhoso para indivíduos e comunidades! Meu filho também vê Tonya em seu site irmão para adolescentes. & Rdquo

A adolescência é difícil para todo adolescente, mas alguns adolescentes têm mais problemas do que outros. Se seu filho parece estar lutando contra um sofrimento emocional extremo ou outros problemas, há muitas opções para obter ajuda o mais rápido possível.

Como pai, você luta quando seus filhos têm dificuldade. Você precisa cuidar de sua saúde mental se quiser ser emocionalmente forte o suficiente para fornecer a seu filho o apoio e a orientação de que ele precisa. Você pode falar com um conselheiro licenciado na BetterHelp para obter apoio enquanto você navega pela adolescência de seu filho e todos os desafios que isso acarreta. A terapia online acontece de acordo com sua programação e de acordo com sua conveniência. Com a ajuda certa, você pode acompanhar seu filho durante esse período difícil de uma maneira que funcione para você também.


Artigos sobre paternidade e família e mais

Se você tem algum adolescente em sua vida, provavelmente já foi testemunha da montanha-russa emocional que é a adolescência. Você pode ter dificuldade em acompanhar todos os seus altos e baixos, com as emoções mudando de exaltação extrema em um minuto para desespero absoluto no próximo. Mas por que a vida emocional dos adolescentes é tão difícil e como é diferente de nossa experiência emocional em outras idades?

Em um estudo recente, pesquisadores de Harvard e da Universidade de Washington tentaram mapear o desenvolvimento de algo chamado diferenciação de emoções, que é a capacidade de conhecer e rotular com precisão emoções distintas em você mesmo. Isso é um sinal de boa saúde mental, pois aqueles com alta diferenciação emocional tendem a usar estratégias eficazes de enfrentamento em situações difíceis, em vez de recorrer a alternativas como álcool ou agressão.

O estudo pediu aos participantes com idades entre 5 e 25 anos que olhassem para uma série de imagens desagradáveis, como um bebê chorando, e avaliassem o quanto eles sentiram cinco emoções negativas: raiva, nojo, tristeza, medo e chateado. Suas pontuações foram analisadas para ver com que frequência eles experimentaram uma determinada emoção independentemente das outras quatro emoções.

Por fim, os pesquisadores descobriram que os adolescentes tendiam a experimentar muitas emoções simultaneamente, mas não as diferenciavam. Em outras palavras, um adolescente pode sempre sentir raiva e tristeza juntos, indicando que é difícil para eles distinguir entre os dois.

“É possível que o aumento nas emoções coexperimentadas torne mais difícil para os adolescentes diferenciar e regular suas emoções, potencialmente contribuindo para o risco de doença mental”, explica o autor principal Erik Nook. A adolescência é “um período de mais obscuridade em relação às emoções que se está sentindo”.

Eu posso me relacionar enquanto penso na minha primeira dança na escola, que estava cheia de empolgação com a ideia de marcar uma dança com minha paixão e intensa ansiedade por ter que mostrar meus passos de dança na frente de todos os meus amigos. O resultado foi um caldeirão emocional que pode ajudar a explicar por que esses movimentos de dança foram tão estranhos.

Os pesquisadores descobriram que as crianças tinham maior diferenciação de emoções do que os adolescentes - mas não necessariamente porque sua consciência emocional era mais evoluída. Em vez disso, eles tendiam a experimentar apenas uma emoção de cada vez. Quando meu filho de quatro anos fica louco, ele sabe disso e todo mundo também!

Os adultos, por outro lado, tinham maior diferenciação de emoções do que os adolescentes - mas não porque experimentassem apenas uma emoção de cada vez. Os adultos também experimentaram muitas emoções simultaneamente, mas pareciam ter melhorado em distingui-las. Então, quando meu filho de quatro anos fica bravo e eu começo a me sentir triste e frustrado, posso reconhecer que me sinto triste porque meu filho está chateado, mas frustrado porque eu só quero que ele coloque os sapatos!

Se a habilidade de diferenciar emoções é tão importante, os adolescentes podem ficar melhores nisso, ou eles apenas têm que aceitar o velho ditado de que "você vai entender quando for mais velho"?

Uma estratégia que se mostrou promissora em ajudar os jovens a administrar suas emoções é ensinar diretamente a autorregulação. À medida que as evidências continuam a aparecer mostrando que o autocontrole oferece imensos benefícios, os pesquisadores descobriram que aprender a administrar o sofrimento e promover a empatia pode ajudar os adolescentes a melhorar suas habilidades de autorregulação.

Outro estudo recente, embora conduzido entre adultos, sugere que a diferenciação de emoções pode ser aumentada por meio da prática da atenção plena. O processo de chamar a atenção para o estado mental interno de alguém sem julgamento parece ajudar as pessoas a rotular distintamente as emoções que estão experimentando. Esses resultados promissores indicam que praticar a atenção plena pode ser um caminho que vale a pena perseguir para os adolescentes - ou para qualquer um de nós que luta com a montanha-russa de emoções.


Lidar com emoções difíceis

As emoções (sentimentos) são uma parte normal e importante de nossas vidas.

Algumas emoções são positivas. Pense em felicidade, alegria, interesse, curiosidade, entusiasmo, gratidão, amor e contentamento. Essas emoções positivas são boas. Emoções negativas & mdash como tristeza, raiva, solidão, ciúme, autocrítica, medo ou rejeição & mdash podem ser difíceis, às vezes até dolorosas.

Isso é especialmente verdadeiro quando sentimos uma emoção negativa com muita frequência, com muita força, ou nos demoramos muito nela.

As emoções negativas são impossíveis de evitar, no entanto. Todos os sentem de vez em quando. Eles podem ser difíceis, mas podemos aprender a lidar com eles.

Aqui estão três etapas que podem ajudá-lo a lidar com as emoções negativas.

Etapa 1: Identifique a emoção

Aprender a perceber e identificar seus sentimentos exige prática. Além de se concentrar nos seus sentimentos, verifique também o seu corpo. Você pode sentir sensações corporais com certas emoções - talvez seu rosto fique quente, por exemplo, ou seus músculos tensos.

  • Esteja ciente de como você se sente. Quando você tem uma emoção negativa, como raiva, tente nomear o que está sentindo.
    Por exemplo:
    Aquele cara Ian no meu grupo de estudo me torna tão louco!
    eu entendo com ciumes quando vejo aquela garota / cara com meu ex.
    eu sinto com medo sempre que tenho que passar por esses valentões.
  • Não esconda o que você sente de si mesmo. Você pode não querer transmitir seus sentimentos a outras pessoas (como seu ex, por exemplo, ou aquele cara em seu grupo de estudos que está deixando você louco). Mas não reprima totalmente seus sentimentos. Simplesmente nomear o sentimento é muito melhor do que fingir não tê-lo & mdash ou explodir sem pensar.
  • Saiba por que você se sente assim. Descubra o que aconteceu que fez você se sentir como se sente.
    Por exemplo:
    Sempre que fazemos projetos em grupo, Ian encontra uma maneira de levar todo o crédito pelo trabalho de outras pessoas.
    Nosso professor acha que Ian é a estrela do time, embora ele nunca tenha suas próprias ideias.
    Quando vejo meu ex flertando com outras pessoas, isso me lembra que ainda tenho sentimentos por ele / ela.
    Mesmo que os valentões não me incomodem, vejo o que eles fazem às outras pessoas e isso me preocupa.
  • Não culpe. Ser capaz de reconhecer e explicar suas emoções não é o mesmo que culpar alguém ou algo pela maneira como você se sente. Seu ex provavelmente não está vendo alguém novo como uma forma de se vingar de você, e o cara que leva o crédito pelo seu trabalho pode nem perceber o que está fazendo. Como você se sente quando essas coisas acontecem vem de dentro de você. Seus sentimentos estão aí por uma razão & mdash para ajudá-lo a entender o que está acontecendo.
  • Aceite todas as suas emoções como naturais e compreensíveis. Não se julgue pelas emoções que sente. É normal senti-los. Reconhecer como você se sente pode ajudá-lo a seguir em frente, então não seja duro consigo mesmo.

Etapa 2: agir

Depois de processar o que está sentindo, você pode decidir se precisa expressar suas emoções. Às vezes é suficiente apenas perceber como você se sente, mas outras vezes você vai querer fazer algo para se sentir melhor.

  • Pense na melhor maneira de expressar suas emoções. É um momento em que você precisa confrontar outra pessoa gentilmente? Fale sobre o que você está sentindo com um amigo? Ou livrar-se da sensação indo para uma corrida?
    Por exemplo:
    Não vai resolver nada mostrar minha raiva a Ian & mdash pode até fazê-lo se sentir mais superior! Mas meus sentimentos me dizem que preciso evitar outra situação em que ele assuma o controle de um projeto.
    Vou manter minha cabeça erguida perto do meu ex, então irei colocar algumas músicas tristes e dar um bom choro no meu quarto para me ajudar a liberar meus sentimentos e, eventualmente, me soltar.
    Meu medo de ficar perto desses valentões é um sinal de que eles foram longe demais. Talvez eu deva conversar sobre o que está acontecendo com um conselheiro escolar.
  • Aprenda como mudar seu humor. At a certain point, you'll want to shift from a negative mood into a positive one. Otherwise your thinking may get stuck on how bad things are, and that can drag you down into feeling worse. Try doing things that make you happy, even if you don't feel like it at the time. For example, you might not be in the mood to go out after a breakup, but going for a walk or watching a funny movie with friends can lift you out of that negative space.
  • Build positive emotions. Positive feelings create a sense of happiness and well being. Make it a habit to notice and focus on what's good in your life &mdash even the little things, like the praise your dad gave you for fixing his bookshelves or how great the salad you made for lunch tastes. Noticing the good things even when you're feeling bad can help you shift the emotional balance from negative to positive.
  • Seek support. Talk about how you're feeling with a parent, trusted adult, or a friend. They can help you explore your emotions and give you a fresh way of thinking about things. And nothing helps you feel more understood and cared for than the support of someone who loves you for who you are.
  • Exercise. Physical activity helps the brain produce natural chemicals that promote a positive mood. Exercise also can release stress buildup and help you from staying stuck on negative feelings.

Step 3: Get Help With Difficult Emotions

Sometimes, no matter what you do, you can't shake a tough emotion. If you find yourself stuck in feelings of sadness or worry for more than a couple of weeks, or if you feel so upset that you think you might hurt yourself or other people, you may need extra help.

Talk to a school counselor, parent, trusted adult, or therapist. Counselors and therapists are trained to teach people how to break out of negative emotions. They can provide lots of tips and ideas that will help you feel better.


Step 4: Continue practicing and enjoy the benefits

It’s important to continue practicing the Ride the Wild Horse meditation until you’re able to stay connected to your feelings and remain calm under stress in your daily life. Each time you practice the meditation, you should feel a little more energy and a little more comfortable with your emotional experience. But don’t rush the meditative process. You will absorb more if you move slowly. Take time to notice the small changes that add up to a life change.

At the end of each meditation, as you shift your attention away from an exclusively internal focus back onto your everyday concerns, some awareness of what you’re feeling will likely remain with you. This means that you’re integrating the process into your everyday life, which will give you a greater sense of control over your emotions. Of course, learning new skills takes time and effort, especially if your energy is being sapped by depression, anxiety, or other challenges. But if you start small with baby steps undertaken at times of the day when you have the most energy, learning a new skill set can be easier than you think.

Practice, practice, practice. The more you repeat the meditations, the more comfortable you will feel with your emotions and the greater change you’ll experience in your thoughts, feelings, and actions. With regular practice, you can actually change your brain in ways that will make you feel more confident, resilient, and in control.

Set up predictable challenges. Try practicing your new emotional intelligence skills at predictable times of stress, when the stakes are low. For example, tune into your body while doing household chores or commuting through heavy traffic.

Expect setbacks. Don’t lose hope if you backslide into old habits now and then. It happens. Instead of giving up after a setback, vow to start fresh next time and learn from your mistakes.

When in doubt, return to your body. If you’re struggling to manage your mood in a tough situation, take a deep breath, and apply quick stress relief.

Talk to someone about your experience

Try to find a person you can talk to about your experiences with the meditation. What did you learn about yourself? What did you discover about your emotions? Speaking to someone face-to-face will help you retain what you’ve learned.

Video: Unexpected Rewards


Hormone affects how teens’ brains control emotions

Using scans of brain activity, scientists were able to show that how teens&rsquo brains process emotions changes as they mature.

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Adolescence can mean facing the emotional challenges of adults for the first time. But what part of a teen’s brain processes those emotions depends on how mature that brain is, a new study finds.

As kids grow up, hormone levels will begin to surge in areas of their brains that manage emotions. The first surge starts deep within the brain. With time and maturity, some areas right behind the forehead will also get involved. And those new areas are important. They can be key to making decisions that allow teens to keep their cool.

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When adults process an emotion — if they see an angry face, for example — multiple places in their brains will turn on. One area is the limbic system — a group of small brain areas deep in the brain where emotion processing starts. Adults also show activity in the prefrontal cortex. This is that area behind the forehead that plays a role in making decisions. The limbic system may advise an adult to scream or fight. The prefrontal cortex helps to keep unwise urges in check.

The teenage brain

The brain of a young teen isn’t just a bigger version of a small kid’s. It isn’t a smaller version of an adult’s, either. As children grow, their brains morph. Some areas mature and build connections. Other areas may disconnect or get trimmed away. Brain areas that process emotions mature very quickly. The prefrontal cortex does not. This leaves the emotion-processing centers on their own for a while.

o amygdala (Ah-MIG-duh-lah) is an area deep within the limbic system that deals with emotions such as fear. “Adolescents activate the amygdala more in emotional…situations,” says Anna Tyborowska. Meanwhile, their prefrontal cortex is not yet ready to take control over emotional processing.

Tyborowska is a neuroscientist at Radboud University in Nijmegen, the Netherlands. (A neuroscientist is someone who studies the brain.) She became part of a team that recruited 49 boys and girls for a brain study.

All her team’s recruits were 14 years old. During tests, each lay very still inside an fMRI scanner. (That acronym stands for functional magnetic resonance imaging.) This machine uses powerful magnets to measure blood flows throughout the brain. As the brain takes on tasks, such as reading or managing emotions, blood flow can increase or decrease in different areas. This points to which parts of the brain are most active.

Scientists Say: MRI

While in the scanner, each teen used a joystick to perform a task. When viewing a smiling face on a computer screen, each was initially supposed to pull the joystick inward, for instance. For an angry face, each was supposed to push the joystick away. These were easy tasks to remember. People are, after all, attracted to happy faces and want to stay away from angry ones.

For the next task, teens were told to pull the stick toward themselves when they saw an angry face and push it away when they saw a happy face. “Approaching something threatening is an unnatural response that requires self-control,” explains Tyborowska. To succeed at this task, the teens had to control their emotions.

The scientists measured which areas of the brain were active as the teens performed each task. They also measured each teen’s level of testosterone. This is a hormone that rises during puberty.

Testosterone is associated with muscles and size in males. But that’s not all it affects. The hormone is present in both sexes. And one of its roles is “in reorganizing the brain during adolescence,” says Tyborowska. It helps control how different brain structures develop during this time.

Testosterone levels tend to climb in puberty. And those increases have been linked with how the adolescent brain performs.

When forced to control their emotions, teens with less testosterone tend to rely on their limbic systems, Tyborowska’s group now finds. This makes their brain activity look more like that of younger children. Teens with higher testosterone, though, use their prefrontal cortex to rein in their emotions. Their brain activity includes the prefrontal cortex regulation of the deep-brain limbic system. This pattern looks more adult.

Tyborowska and her colleagues published their findings June 8 in the Journal of Neuroscience.

Watching the brain grow up

This study is the first to show that testosterone is driving brain changes during puberty, observes Barbara Braams. She’s a neuroscientist at Harvard University in Cambridge, Mass. “I especially like that the authors show a shift in which regions are activated during the task,” she says.

Making sure that all of their recruits were 14 also was important, she adds. At 14, some teens will be relatively far into puberty. Others won’t be. By looking at a single age, but different stages of puberty, the study was able to identify how and where puberty-linked changes occur, she notes.

Even while relying on different areas of the brain, all teens performed both tasks equally well. Then again, Tyborowska notes, the tasks were fairly easy. More complex emotional situations — like being bullied, failing an important test or seeing parents divorce — would be harder for teens whose brains are still maturing. And in these tough situations, she says, “It may be harder for them to control their instinctive emotional reactions.”

The new data will help scientists better understand how emotional control evolves as we mature. Tyborowska hopes that it also will help scientists learn more about why people are especially prone to developing mental disorders, such as anxiety, during their teen years.

Power Words

(for more about Power Words, click aqui)

adolescence A transitional stage of physical and psychological development that begins at the onset of puberty, typically between the ages of 11 and 13, and ends with adulthood.

amygdala Area deep within the brain and near the temporal lobe. Among other things, the amygdala plays a role in emotions. The term comes from the Greek word for an almond, which its shape resembles.

anxiety (adj. anxious) A nervous or almost fearful reaction to events causing excessive uneasiness and apprehension. People with anxiety may even develop panic attacks.

evolve (adj. evolving) To change gradually over a long period of time. In living organisms, evolution usually involves random changes to genes that will then be passed along to an individual&rsquos offspring. But the term may be applied more casually to point to things (such as an individual&rsquos brain development) that change in form or function, over time, in response to cues (such as developmental hormones).

fMRI (for functional magnetic resonance imaging) A special type of body scan used to track brain activity. It uses a strong magnetic field to monitor blood flow in the brain. Tracking the movement of blood can tell researchers which brain regions are active.

hormone (in zoology and medicine) A chemical produced in a gland and then carried in the bloodstream to another part of the body. Hormones control many important body activities, such as growth. Hormones act by triggering or regulating chemical reactions in the body.

limbic system A group of brain structures surrounding the central area of the brain. The areas play important roles in motion, motivation and long-term memory.

neuroscience Science that deals with the structure or function of the brain and other parts of the nervous system. Researchers in this field are known as neuroscientists.

prefrontal cortex A region containing some of the brain&rsquos gray matter. Located behind the forehead, it plays a role in making decisions and other complex mental activities, in emotions and in behaviors.

psychology (adj. psychological) The study of the human mind, especially in relation to actions and behavior. To do this, some perform research using animals. Scientists and mental-health professionals who work in this field are known as psychologists.

puberty A developmental period in humans and other primates when the body undergoes hormonal changes that will result in the maturation of reproductive organs.

testosterone Although known as a male sex hormone, females make this reproductive hormone as well (generally in smaller quantities). It gets its name from a combination of testis (the primary organ that makes it in males) and sterol, a term for some hormones. High concentrations of this hormone contribute to the greater size, musculature and aggressiveness typical of the males in many species (including humans).

Citations

A.L. Mascarelli. “The teenage brain.” Science News for Students. October 17, 2012.

About Bethany Brookshire

Bethany Brookshire was a longtime staff writer at Science News for Students. She has a Ph.D. in physiology and pharmacology and likes to write about neuroscience, biology, climate and more. She thinks Porgs are an invasive species.

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Ways to Help Teenagers Cope With Grief

Everyone goes through adolescence, but with everyone being different, it is sometimes difficult to know how to help an adolescent cope. Just like adults, teens are different from one another and tend to cope in their own unique ways. Some may lash out in an attempt to relieve themselves while others may cope by staying quiet or using humor.

As an outgoing but nerdy teen, most of my time was spent playing video games with online friends or hanging out with friends from school. Many of my friends chose to use humor as their outlet. Instead of crying or showing anger, my friends would share memes that related to their situation as a way to cope.

My friend told me this almost two and a half years ago, and I will carry it with me through the darkest parts of my life.

You should find out what comforts the teen. If it’s watching the deceased person’s favorite movie over and over again, that movie better be on repeat. There are so many ways to help teenagers cope with a loss you just have to figure out which one works best.

Strive to keep normalcy in their life.

63% of grieving teens dislike “special treatment” and “just want to be treated like everyone else.” This means teens want to carry on with rituals and daily routines.

Carrying on with normal activities will help the teen feel just that— normal. Giving the grieving teen the “special treatment” actually causes more stress for the teen and may cause them to feel like an outsider rather than a part of the in-crowd.

Play follow the leader.

Whether the deceased loved one was a friend or a family member, it is important to accompany the grieving teen through this journey.

Being a companion is more effective than directing because it lets the teen know that it is okay to feel the way they are feeling. Better yet, it allows the teen to take their time with grieving.

I like to think of the grieving process as a forest — one that you can easily get lost and stuck in without someone there to accompany you.

Thus, you should be the person accompanying them. Do not direct them through the forest let them take the lead.

Let them spend time with friends.

Many teens use their friends as an outlet. This is incredibly common amongst adolescents because they are in the stage of becoming more dependent from their parents. In addition, spending time with friends will help the bereaved teen carry on with daily routines which can help keep their grades steady and mind at ease.

Some teens enjoy going to support groups with friends. If this is the case, simple acts like taking the group of friends to the support group will show the teen that you are there for them and that you support them.

Be honest but be careful with language.

Asking a teenager, “When are you going to get over this?” is probably not the best question to ask even when the teen isn’t grieving. In fact, avoid this question at all costs with anyone who is grieving. It is rude, and shows that you don’t understand the grieving journey or process at all. Worse, it can really hurt the individual you say it to.

Even then — don’t overdo it. Asking the teen if they are okay one million times a day will just end up irritating them. Make it known that you are there for them whenever they would like to talk. Hovering over them and continuing to ask questions will push them away.

In a situation where the death is anticipated, such as a parent being diagnosed with cancer, do not shelter them from the truth they will find out eventually. Therefore, it is important to be honest with the adolescent rather than to “sugarcoat” the situation.

Be open to ideas they have to honor the loved one.

After losing Bryce, my friends decided to throw a LAN party. If you aren’t a gamer, a LAN party is where friends gather in one location and play video games together on the same network — a local area network.

Bryce was an avid gamer and enjoyed playing on his PlayStation 4, which many of our friends owned as well. The night after the funeral, a stampede of teenagers went to his best friend’s house and played games all night long.

Do you think his parents enjoyed listening to metal? Probably not. However, they were open to ideas his peers had to honor him.

If your teen wants to leave flowers on the deceased’s grave, buy the flowers. If they want to have breakfast at the deceased’s favorite diner, make it a ritual every year.

Be open and allow the teen to honor the loved one in their own way.

When to get help.

If a teenager asks you for help, you should first give them a hug and tell them you are proud of them. The reason for this is simple — many people, especially teens, do not like admitting they need help.

Support groups are great options for teens who are struggling with the grieving process. These groups show the teen that they are not alone. Additionally, support groups can help reduce distress and many other emotions that follow after losing a loved one.

Substance abuse is a huge sign that professional help is needed. Long-term restlessness or any other long-term changes in sleep, appetite and motivation are also signs that the teen may be struggling with the grieving process.

You should immediately seek professional help for the teen if they talk about suicide or harm themselves. Many adults fall into the they would never do that state of mind, which can make it harder to see what is really going on with the teen.


Invictus Athlete Cheryl Brost ruptured her Achilles midway through smashing Event 5 at the 2013 Northwest Regionals, but she has not let injury derail her training.
Coping with Injury: The Psychology of Being Sidelined
Guest Post Written by Dr. Allison Belger, founder of PsychologyWOD

(Editor’s Note – Allison is not only a psychologist and co-owner of TJ’s Gyms in Northern California, but is also a good friend and great resource to the entire CrossFit community. Please bookmark her website, which provides weekly articles addressing the non-physical aspects of training that we can all improve upon.)

I love to run. Running offers me an adrenaline rush second to no other form of workout, and it maintains my cardiovascular fitness in ways other workouts don’t. Yes, I’m a CrossFit athlete, and CrossFit workouts are what I do most often. But, there are some days when a good run, even if a short one after my gym workout, is just what the doctor ordered. I lace up my shoes, grab my headphones, step outside, and let the soul feeding begin.

A few weeks ago, I registered for a women’s soccer league and played in my first soccer game since college, over twenty years ago. I’ve toyed with the idea of soccer re-entry over the past few years, but I’ve always held off, for fear of injury. For a number of reasons, I decided that now was the time to give soccer a whirl. During my first game, I had an absolute blast. Thanks to my decent conditioning from years of CrossFit and relatively good retention of my soccer skills from days gone by (with plenty of touches on the ball over the years as a youth coach), I was a contributor on my team and had a blast. With just a few minutes left in the game, I felt a sharp sensation in my hamstring as I accelerated towards the ball. After a moment of panic, thinking I had strained or pulled it, I was able to happily continue playing for the rest of the game. A few days later, I went out for a morning run and was absolutely unable to make my hamstring work for such purposes. Today, more than eight weeks later, I’m still sidelined from the activity I love most. Luckily, as a CrossFit coach and gym owner, I have plenty of other things I can do to maintain my fitness and my sanity, but I’m starting to get antsy, and grouchiness is likely on the horizon.

Injuries can be devastating to individuals who are consistently active and/or are training for an event or ongoing participation in a sport. The physical repercussions are usually apparent, but the emotional and psychological sequelae are often less obvious. Back in 2009 while working on my thoracic spine, Dr. Kelly Starrett of MobilityWOD and San Francisco CrossFit and author of Becoming a Supple Leopard discussed the importance of recognizing the psychosocial aspects of physical injury. He and I chatted about how athletes can quickly experience a feeling of social disconnect when they are injured, especially when they are accustomed to being part of a community of athletes. Ironically, the same community that provides so much belonging and connection when one is able to participate (e.g. a CrossFit gym or team), can also feel like a source of disconnect when one cannot.

Since starting PsychologyWOD, I’ve received a number of requests for an article about the psychology of injury. As I reflected on my experience with athletes and immersed myself in the literature on injury and recovery, a few themes emerged, which I’ve highlighted below. When athletes are injured, they experience a range of emotions that may seem extreme or idiosyncratic but are actually well within the normal range of responses. Of course, there are many factors affecting the athlete’s injury experience, including severity of injury, extent of sport participation, and pre-injury personality, but it is not uncommon for people to experience some or all of the following:

Isolation: Athletes often feel isolated and lonely when they are injured. This is especially true if they had been part of a team prior to injury or if their pursuit involved training with a group of athletes from whom they may now feel disconnected. (Ruddock-Hudson, O’Halloran, & Murphy, 2012 Peterson, 2009 Russell, 2008). Along with this experience of isolation may come an unwanted feeling of envy of those who are healthy and able to continue participating in their sport or activity. Envy is an uncomfortable emotion and is often accompanied by shame or guilt. Injured athletes should know that envy may be part of their experience, especially when an injury is serious and long-term.

Anxiety: Athletes may experience heightened levels of anxiety, both regarding their sense of identity and their capacity for healing and recovery. Some studies even indicate symptoms of post-traumatic stress after an injury (O’Connor Sr., 2011 Brewer and Petitpas, 2005 Podlog and Eklund, 2007 Peterson, 2009 1 O’Neill, 2008 Appaneal, Perna, & Larkin, 2007). Athletes who fear re-injury may behave in ways that actually hinder their recovery and lead to re-injury, such as overdoing rehabilitation and recovery training, thereby taxing the injured parts in ways that are harmful instead of helpful (Andersen, Mubaidin, Tibbert & Morris 2011).

Fear of Re-injury: Injured athletes often have a heightened experience of vulnerability after an injury. As they work towards re-entry into their sport or another activity, they may fear getting injured again. This may hinder full recovery and the possibility of immersion into sport in the future (Stephan, Deroche, Brewer, Caudroit, and Le Scanff, 2009 Peterson, 2009 O’Neill, 2008 Russell, 2008 Andersen, Mubaidin, Tibbert, & Morris, 2011).

Depression: When an individual’s primary source of enjoyment is removed via injury, it is not surprising that mood will be affected. There is often a component of negative affect and depression associated with injury timeouts. This can be especially true when the athlete’s identity and/or full-time career is at stake, such as for professional athletes and Olympians. Should one’s depressive symptoms become severe, professional help via therapy and/or medication should be part of the athlete’s overall recovery plan (Appaneal, Levine, Perna, and Roh, 2009 Evans and Hardy, 1995 Peterson, 2009 Russell, 2008, Tracey, 2003).

Low Self-Esteem: Related to one’s identity, self-esteem can suffer when one is injured. If an athlete’s sense of him/herself is challenged, esteem can take a plunge, and feelings of worthlessness can emerge (Tracey, 2003 Wasley & Lox, 1998). The more serious and committed one is an athlete, the more one’s sport is wrapped up in one’s identity, and the more likely self-worth will be diminished when that identity is challenged via injury.

Paradoxical Sense of Relief: In some cases, when an athlete has been under a great deal of pressure and strain to perform in his/her sport, being forced to take a break because of an injury can bring an unexpected sense of relief and even joy, even if this is not conscious. The relief may be a source of conflict for the athlete though, and he/she may not be able to simply enjoy it. Rather, he/she may feel guilty for having such feelings and may try to hide them from others, especially coaches and teammates. As one author puts it, an injury “may function as an ‘honorable discharge’ for [athletes] looking for an excuse to leave their sport” (Peterson, 2009, p. 230).

Given these potential repercussions of injury, as well as other possible emotional experiences related to injury, what are some ways of coping? Below is a list of some helpful tips. This list is by no means comprehensive, but it’s a start.

Social Support: One theme that emerges with vigor in the research on the psychology of injury is the importance of social support during the rehabilitation phase. This includes coaches and athletic trainers, but also refers to general social support systems (Yang, Corinne, Heiden, Foster, 2010 O’Neill, 2008 Podlog & Eklund, 2007 Dupcak, 2000 Belger, 2012 Green and Weinberg, 2001 Mainwaring, 1999). The importance of social support for responding to stressful life events and for our overall health and wellness is discussed in great detail in my book. There is no ambiguity here: social support and community connections absolutely benefit our physical and mental health and well-being (Belger, 2012). It is critical that injured athletes maintain a social support crew that will help them get through difficult times. Non-injured, active athletes can keep a list of go-to people who can serve this purpose, should an injury arise. Unfortunately, for many athletes, their built-in support network may be too involved in their training or sport to be objectively helpful during the most trying of times (Peterson, 2009).

Specific Strategies: A number of strategies have been shown to be helpful for athletes in the midst of injury. Esses incluem:

*Imagery: Visualizing one’s body healing and seeing oneself back on the playing field.

*Journaling: Writing down emotional content related to one’s injury. Doing so with consistency and commitment can be a helpful way to manage the slew of emotions one experiences when injured. It can also be a great resource for the athlete in the future, should another setback arise, as it can serve as a reminder of how he/she persevered through bleak times.

*Goal-Setting: Much like with one’s regular training, setting and tracking goals when injured can be a beneficial strategy. Goals should be reasonable and realistic and should include both long-term and short-term views, so progress can be monitored in an ongoing way. Flexibility with goals and their attainment is especially important when injured, since rehab progress is often unpredictable.

Acknowledging Feelings and Reality: Avoiding the reality of one’s feelings and situation isn’t a great coping style in general. This is especially the case when athletes are injured avoidant coping styles (ignoring feelings and trying to distract oneself from facing unwanted realities) have been found to be maladaptive and not beneficial when dealing with injury. (O’Connor Sr., 2011 Gallagher and Gardner, 2007 Evans, Hardy, and Fleming, 2000). Interestingly, but not surprisingly, those with limited coping resources are also the most susceptible to injury in the first place (Williams, 1996), making effective coping skills (those that acknowledge and deal with emotions and problems) important for both injury prevention and rehabilitation.

Counseling: In many cases, working with a psychologist can be helpful when one is injured and the emotional ramifications are significant. Support from coaches is also critical, but there are times when a coach is too close to the situation and outside assistance is warranted and most likely to help.

Find a Way to Stay Connected to the Sport and/or Find an Alternative Outlet If you can manage to become a spectator, cheerleader, or coach for teammates or other athletes during your down time, this is sometimes a good way to remain involved. However, it may be too emotionally painful if you are seriously injured. It is also important to engage in other activities and be social with non-athletes. At the risk of redundancy, social connection is critical when an athlete is sidelined. Recovery periods may be a good time to pursue alternative endeavors and take advantage of some down time that can be hard to come by when training is in full force.

One final note about preventing injury in the first place:

In addition to physical issues related to keeping oneself well as an athlete, it is critical to remember that emotional and psychological well-being is also protective against physical injury. Significant life stressors can predispose athletes and make them vulnerable to injury, especially when their coping mechanisms are less than optimal. In one study along these lines, Kerr and Minden (1988) reported that stressful life events were related to both number and severity of injury within a sample of 41 elite female gymnasts. This is a good reminder for athletes to be especially attuned to their bodies and their recovery during times of stress outside of their training. If your emotional regulation or psychological coping is taxed or challenged outside of the gym, your body will be more susceptible inside the gym. Ignoring stress and its potential physical consequences is a risky proposition. Don’t do it!

Stay tuned for a future article on the psychology of sticking with a rehab plan!

Appaneal, R.N., Levine, B.R. Perna, F,N., & Roh, J. (2009). Measuring postinjury depression among male and female competitive athletes. Journal of Sport & Exercise Psychology, 31:1, 60-76.

Appaneal, R.N., Perna, F.M., & Larkin, K.T. (2007). Psychophysiological response to severe sport injury among competitive male athletes: A preliminary investigation. Journal of Clinical Sport Psychology: 1:1, 68-88.

Andersen, M.B., Mubaidin, Q.H., Tibbert, S., & Morris, T. (2011). Injury recovery research issues: questions about anxiety, imagery, and mental toughness in rehabilitation. 12th European Congress of Sport Psychology.

Belger, A. (2012). The Power of Community: CrossFit and the Force of Human Connection. Victory Belt Publishing: California. Returning to Self: The Anxieties of Coming Back After Injury. In Andersen, Mark B. (Ed), (2005). Sport psychology in practice, pp. 93-108. Human Kinetics: Champaign, IL, US.

Dupcak, S.S. (2000). After the fall: The development of a coaches’ manual identifying the psychological issues facing injured athletes. Dissertation Abstracts International. Section B: The Sciences and Engineering, 2754.

Evans, L., & Hardy, L. (1995). Sport injury and grief responses: A review. Journal of Sport and Exercise Psychology, 17:3, 227-245.

Evans, L., Hardy, L., & Fleming, S. (2000). Intervention strategies with injured athletes: An action research study. The Sport Psychologist, 14:2, 188-206.

Gallagher, B.V., & Gardner, F.L. (2007). An examination of the relationship between early maladaptive schemas, coping, and emotional response to athletic injury. Journal of Clinical Sport Psychology, 1:1, 47-67.

Green, S.L., & Weinberg, R.S. (2001). Relationships among athletic identity, coping skills, social support, and the psychological impact of injury in recreational participants. Journal of Applied Sport Psychology, 13:1.

Kerr, G., & Minden, H. (1988). Psychological factors related to the occurrence of athletic injuries. Journal of Sport & Exercise Psychology, 10:2, 167-173.

Mainwaring, L. (1999). Restoration of self: A model for the psychological response of athletes to severe knee injuries. Canadian Journal of Rehabilitation, 12:3, 145-154.

O’Connor Sr., J.W. (2011). Emotional trauma in athletic injury and the relationship among coping skills, injury severity, and post traumatic stress. Dissertation Abstracts International: Section B: The Sciences and Engineering, Vol 71(10-B).

O’Neill (2008). Injury contagion in Alpine ski racing: The effect of injury on teammates’ performance. Journal of Clinical Sport Psychology, Vol 2:3.

Peterson, K. (2009). Overtraining, burnout, injury, and retirement. In Hays, Kate F. (Ed), (2009).Performance psychology in action: A casebook for working with athletes, performing artists, business leaders, and professionals in high-risk occupations, 225-243. American Psychological Association: Washington, DC, US.

Podlog, L. & Eklund, R.C. (2007). The psychosocial aspects of a return to sport following serious injury: A review of the literature from a self-determination perspective. Psychology of Sport and Exercise, 8:4, 535-566.

Ruddock-Hudson, M., O’Halloran, P. & Murphy, G. (2012). Exploring psychological reactions to injury in the Australian Football League (AFL). Journal of Applied Sport Psychology, 24:4), 375-390.

Russell, P. (2008). The psychological impact of sports injury. Fitpro Network web article.

Stephan, Y., Deroche, T., Brewer, B.W., Caudroit, J., & Le Scanff, C. (2009). Predictors of perceived susceptibility to sport-related injury among competitive runners: The role of previous experience, neuroticism, and passion for running. Applied Psychology: An International Review, 58:4, 672-687.

Tracey, J. (2003). The emotional response to the injury and rehabilitation process. Journal of Applied Sport Psychology, 15:4, 279-293.

Wasley, D. & Lox, C.L. (1998). Self-esteem and coping responses of athletes with acute versus chronic injuries. Perceptual and Motor Skills, 86:3-2, 1402.

Williams, J.M. (1996). Stress, coping resources, and injury risk. International Journal of Stress Management, 3:4, 209-221.

Yang, J, Peek-Asa, Lowe, J/B. C., Heiden, E. Foster, D. (2010). Social patterns of collegiate athletes before and after injury. Journal of Athletic Training, 45:4, 372-379.


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Top reviews from the United States

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The advice in this book is NOT ADEQUATE for the serious subject matter/ behaviors discussed. The description states, 'You'll find new ways of managing your feelings so that you'll be ready to handle anything life sends your way'. And in the same book talks about depression and suicide! This author should be ashamed of herself!

Backstory is that we lost our home of 20 years in a wildfire. In the middle of the night we barely had enough time to load our horses (all but one), cats, dogs, birds and ourselves before the flames took over- fleeing our home through the darkness, flames and smoke. So, I bought this book hoping it would help our teen daughter open up about her anxiety and anger in regards to our loss. And maybe teach her new exercises to deal with the emotions she has. By the title of the book, it sounded good. but here is what I found.

The first thing I read in the Introduction is, '. people with this type of emotional problem end up hurting themselves physically, or. like using drugs, or alcohol, shoplifting, gambling, or having unprotected sex with multiple partners"
Whoa. back up! I checked to confirm this book title says for 'teens'. Yes, indeed it does.
There's more.
Page 41 speaks of two girls being at a party and the girl remembered she had an exam Monday and she wouldn't do well if she 'got drunk'. The next sentence talks about prom, so I am assuming they are still in high school. So, shouldn't a better reasoning be not to get drunk because its illegal, unhealthy, etc, etc?
Page 47 is labeled 'Drugs and Alcohol' and talks about Mike drinking at parties at seventeen.
Page 49 goes on to ask, 'Do you currently drink alcohol or use street drugs? If so, how often?'
Page 50 "When you're using drugs or alcohol, do you tend to make poor decisions. '
. 'If alcohol is a problem, you could set a goal to drink only ONE night on the weekend instead of two and work your way down" (Ummm. did she just encourage our teens to drink one night?)
Page 55 'If you're feeling anxious about going to a party. '
Page 57 is about a girl being bullied because she is gay, causing depression
Page 69 more about parties.
Page 79 '. you might have been sleeping, or drinking, or using drugs to escape. '
Page 80 'Kerri was fourteen when she started dating her first boyfriend. he started seeing someone else. she started cutting herself. '
Page 81 '. if your parents make a decision that's painful for you. talk to them about the situation to see if you can get them to change their minds.' (Talk about undermining parents!)
Page 87 Tameka, thirteen, hurts herself. This page discuses thoughts about hurting yourself or killing yourself.
Page 68 Cutting yourself, suicide, drinking, drugs, gambling, dangerous sexual practices. 'Choose one of these behaviors that you do relatively frequently. '
Page 106 Aisha's eating disorder (eating disorders are also in other parts of book)
Page 110 depression
Page 116 depression, bully, suicide
Page 123 advice 'Join a group on meetup.com'
Page 131 friend going to party and lying about where she is
Page 145 . 'they'll be painful emotions, often of anger. How did you behave. yelling, swearing, threatening suicide, drugs, alcohol, harm yourself. '

If you are struggling with depression, suicide, drugs, etc. you should seek more help than this book has to offer. Although it brings up depression, suicide, drugs, it in NO WAY gives adequate advice/help on the deep level needed to help with such severe issues.
Please, if your teen (or you as a teen) have self hurting, suicidal thoughts, alcohol or drug problem PLEASE, PLEASE, get professional help! My heart aches at the thought of this author thinking this book is suffice.

Some advice and techniques in this book may work well for teens that are dealing with 'normal' teen issues.
This book talks about being mindful of your feelings, labeling your feelings, finding a hobby, making friends, not being judgmental, etc.
HERE'S MY FAVORITE. 'Telling your friend that you don't feel good about lying to her parents is one thing telling your friend you don't want to come over to her house because you don't like her parents is another! When the truth would be hurtful, its okay to resort to the 'little white lie' just be cautious that this isn't happening regularly, or it will affect your self respect'.
SOOOOOO. this author is saying it's okay to lie just don't do it a lot or you will damage yourself. This advice is ABSURD! I have always taught my kids that white lies are still lies and that they do not need to give a reason for their decisions- they also don't need excuses. Just politely say, no thank you. Then they avoid the 'white lie' all together.
Her advice on saying the words I'm sorry is just as absurd. She implies that apologizing is taking responsibility for someone else's feelings and admitting guilt and 'this will decrease your self respect'. Nonsense. You can be sorry that someone is sad without taking responsibility for their sadness or admitting guilt! It is called compassion.

I personally do not understand the rave reviews! I wonder if the book was given out free for these reviews. It happens quit often.


Assista o vídeo: Pré-Aula IEADJO. Lição 06 - Lidando Com as Emoções - Pré Adolescentes (Agosto 2022).