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Como sabemos chorar?

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Quando nasce um bebê, eles já sabem chorar. Se você inflige dor, a reação deles é chorar.

Minha pergunta NÃO é por que eles choram porque isso é óbvio: eles estão incomodados, eles estão com frio, eles foram espremidos ou como minha mãe dizia: Eles estão chorando porque este mundo é mau e eles não querem estar aqui.

Para remover ainda mais qualquer confusão: Eu não me importo por que eles choram.

Não tive sorte em encontrar nada online, exceto esta pergunta e resposta com esta resposta:

Portanto, a sua primeira resposta natural é chorar ou, como você gosta de pensar, produzir ruídos na garganta. Esta é uma resposta inerente. À medida que você cresce, você percebe que cada vez que emite esse ruído recebe comida, atenção e suas necessidades básicas são levadas em consideração. Esta é uma resposta aprendida.

A parte interessante da citação acima é:

produzir ruídos de sua garganta vocal.

Pergunta

  1. Por que os humanos sabem chorar?
  2. Se não está chorando e você liga ruídos da garganta vocal então, por que os bebês produzem esses ruídos em vez de ruídos como risos? É claro que eles sabem que o barulho do tipo de choro nos fará confortá-los, mas o do tipo que ri não.

Talvez quando estão no útero possam sentir quando a mãe chora, causa desconforto; então talvez eles aprendam assim por meio da associação. Mas isso levanta a questão: por que eles não aprendem a rir no útero também?

Vou votar contra as respostas que tentam explicar por que os bebês choram, uma vez que deixei claro que essa não é a minha pergunta.


A necessidade fisiológica de chorar

Às vezes, pode haver algum tipo de problema físico. Sabemos que a necessidade de chorar faz parte de nossas emoções, bem como uma forma de lidar com o estresse e a tensão.

Mas há pessoas que são incapazes de conseguir isso devido a uma doença auto-imune. Não é que estejam reprimindo seus sentimentos. É um problema com origens fisiológicas localizadas no sistema autoimune.

Essas pessoas sofrem de uma doença autoimune conhecida como "Síndrome de Sjögren", que causa secura nas glândulas lacrimais, tornando quase impossível filtrar as lágrimas.

Então, deixando de lado a possibilidade dessa doença, a grande maioria de nós já vivenciou essa situação em algum momento, de não poder chorar. Uma realidade que pode ocorrer por diversos motivos.

Lágrimas como parte de um processo

Nem todos somos iguais, nem administramos nossos problemas da mesma maneira. Além disso, é possível que cada situação seja única e que possamos reagir de forma diferente. Podemos chorar normalmente quando nos deparamos com a perda de um ente querido, mas somos incapazes de derramar uma lágrima quando, por exemplo, somos abandonados por nosso parceiro.

Como isso pode ser? Tudo depende de como entendemos o problema. Aceitamos a perda de um familiar, sabemos que nunca mais o veremos. Sentimos essa dor e a traduzimos em lágrimas.

Porém, diante da situação de ser abandonado e até traído, talvez lidemos com a experiência de uma forma diferente. Em primeiro lugar, podemos sentir falta de compreensão, então podemos ter alguma esperança de que essa pessoa volte ou se arrepender do que fez. Mais tarde, a raiva pode aparecer.

Fases em que as lágrimas ainda não apareceram porque ainda não eram necessárias. Mas, no futuro, o desespero e a tristeza aparecerão em suas cabeças feias. É então que nossas lágrimas virão e nossa necessidade de liberar nossas emoções por meio delas. Que conclusão podemos tirar disso? Que as lágrimas, a necessidade de chorar, tenham um ciclo.

Se sentirmos ansiedade ou incerteza e ainda não racionalizarmos a situação, é possível que as lágrimas não venham. Mas isso vai depender da personalidade de cada pessoa. Personalidades mais sensíveis tendem a chorar como um mecanismo adequado de liberação. Aqueles com maior necessidade de autocontrole ou a simples necessidade de racionalizar todos os aspectos de suas vidas levarão mais tempo para sentir essas lágrimas.

Lágrimas e sua conotação social

As lágrimas são um sinal de fraqueza, de fragilidade pessoal? Não somos mais fracos ou vulneráveis ​​porque os mostramos. Às vezes, são tão necessários quanto respirar e são uma parte indispensável de todo luto. Temos que experimentá-los para nos sentirmos melhor.

Às vezes, porém, nossa educação, nosso contexto pessoal e social pode nos fazer uma lavagem cerebral para que pensemos que é melhor lidar com a dor em silêncio. É um equívoco que, a longo prazo, pode nos causar sérios problemas de saúde. Feridas não tratadas que podem se transformar em lesões internas.

Não vale a pena. Lágrimas e a necessidade de chorar fazem parte de nossa personalidade. Há quem mostre certa facilidade em deixá-los partir e, para outros, é simplesmente mais difícil.

Fazem parte de um ciclo onde o auto-reconhecimento é essencial, saber identificar as emoções que temos dentro de nós, saber ouvir. Talvez eles não venham quando mais precisamos deles e isso vai nos fazer sentir estranhos. Com tudo o que está acontecendo comigo ... como é possível que eu não possa chorar?

Não se preocupe, eles virão quando for necessário. No momento mais inesperado, quando você relaxa, quando está mais consciente e aceita a situação. Só então as lágrimas lhe oferecerão verdadeiro alívio.


10 coisas que você não sabia sobre personalidade

Personalidade é um dos tópicos mais populares da psicologia. O campo da psicologia da personalidade é rico em fatos fascinantes sobre os traços e características que nos tornam quem somos. Você sabia que as pessoas podem fazer avaliações bastante precisas de sua personalidade com base apenas em seu perfil do Facebook? Ou que certos traços de personalidade estão ligados a doenças específicas? Saiba mais sobre o que os pesquisadores aprenderam nestes 10 fatos fascinantes sobre a personalidade.


Conteúdo

A questão da função ou origem das lágrimas emocionais permanece aberta. As teorias variam das simples, como a resposta à dor infligida, às mais complexas, incluindo a comunicação não-verbal a fim de obter dos outros um comportamento de ajuda altruísta. [5] [6] Alguns também alegaram que o choro pode servir a vários propósitos bioquímicos, como aliviar o estresse e limpar os olhos. [7] Acredita-se que o choro seja uma válvula de escape ou resultado de uma explosão de sensações emocionais intensas, como agonia, surpresa ou alegria. Essa teoria poderia explicar por que as pessoas choram durante eventos alegres, bem como em eventos muito dolorosos. [8]

Os indivíduos tendem a se lembrar dos aspectos positivos do choro e podem criar uma ligação entre outros eventos positivos simultâneos, como a resolução de sentimentos de luto. Juntas, essas características da memória reforçam a ideia de que o choro ajudou o indivíduo. [9]

Na medicina hipocrática e medieval, as lágrimas eram associadas aos humores corporais, e o choro era visto como uma purgação do excesso de humores do cérebro. [10] William James pensava nas emoções como reflexos anteriores ao pensamento racional, acreditando que a resposta fisiológica, como se ao estresse ou irritação, é uma pré-condição para se tornar cognitivamente consciente de emoções como medo ou raiva.

William H. Frey II, bioquímico da Universidade de Minnesota, propôs que as pessoas se sentem "melhor" depois de chorar devido à eliminação de hormônios associados ao estresse, especificamente o hormônio adrenocorticotrópico. Isso, combinado com o aumento da secreção da mucosa durante o choro, pode levar a uma teoria de que o choro é um mecanismo desenvolvido em humanos para eliminar esse hormônio do estresse quando os níveis ficam muito altos. [11] No entanto, as lágrimas têm uma capacidade limitada de eliminar produtos químicos, reduzindo a probabilidade dessa teoria. [12]

Teorias psicológicas recentes sobre o choro enfatizam a relação do choro com a experiência de impotência percebida. [13] Dessa perspectiva, uma experiência subjacente de desamparo geralmente pode explicar por que as pessoas choram. Por exemplo, uma pessoa pode chorar depois de receber notícias surpreendentemente felizes, aparentemente porque se sente impotente ou incapaz de influenciar o que está acontecendo.

As lágrimas emocionais também foram colocadas em um contexto evolucionário. Um estudo propõe que o choro, ao turvar a visão, pode prejudicar ações agressivas ou defensivas e pode funcionar como um sinal confiável de apaziguamento, necessidade ou apego. [14] Oren Hasson, um psicólogo evolucionista do departamento de zoologia da Universidade de Tel Aviv acredita que chorar mostra vulnerabilidade e submissão a um agressor, solicita simpatia e ajuda de espectadores e sinaliza apegos emocionais compartilhados. [15]

Outra teoria que segue a psicologia evolucionista é dada por Paul D. MacLean, que sugere que a parte vocal do choro foi usada primeiro como um "grito de separação" para ajudar a reunir pais e filhos. As lágrimas, ele especula, são o resultado de uma ligação entre o desenvolvimento do cérebro e a descoberta do fogo. MacLean teoriza que, uma vez que os primeiros humanos devem ter dependido muito do fogo, seus olhos freqüentemente produziam lágrimas reflexas em resposta à fumaça. À medida que os humanos evoluíram, a fumaça possivelmente ganhou uma forte associação com a perda de vidas e, portanto, tristeza. [16]

Em 2017, Carlo Bellieni analisou o comportamento de choro e concluiu que a maioria dos animais pode chorar, mas apenas os humanos têm derramamento de lágrimas psicoemocional, também conhecido como "choro". O choro é um comportamento que induz empatia talvez com a mediação da rede de neurônios-espelho e influencia o humor pela liberação de hormônios eliciados pelo efeito da massagem feita pelas lágrimas nas bochechas, ou pelo alívio do ritmo do soluço. [17] Muitos etologistas discordariam. [18] [ página necessária ]

Pode ser muito difícil observar os efeitos biológicos do choro, especialmente considerando que muitos psicólogos acreditam que o ambiente em que uma pessoa chora pode alterar a experiência do chorador. No entanto, estudos de choro em laboratórios mostraram vários efeitos físicos do choro, como aumento da frequência cardíaca, suor e respiração lenta. Embora pareça que o tipo de efeitos que um indivíduo experimenta depende em grande parte do indivíduo, para muitos parece que os efeitos calmantes do choro, como a respiração mais lenta, duram mais que os efeitos negativos, o que poderia explicar por que as pessoas se lembram do choro como sendo útil e benéfico . [19]

Sensação de Globus Editar

O efeito colateral mais comum do choro é sentir um nó na garganta do chorador, também conhecido como sensação de globo. [20] Embora muitas coisas possam causar uma sensação de globo, aquela experimentada no choro é uma resposta ao estresse experimentado pelo sistema nervoso simpático. Quando um animal é ameaçado por alguma forma de perigo, o sistema nervoso simpático aciona vários processos para permitir que o animal lute ou fuja. Isso inclui desligar funções desnecessárias do corpo, como a digestão, e aumentar o fluxo sanguíneo e o oxigênio para os músculos necessários. Quando um indivíduo experimenta emoções como tristeza, o sistema nervoso simpático ainda responde dessa maneira. [21] Outra função aumentada pelo sistema nervoso simpático é a respiração, que inclui abrir a garganta para aumentar o fluxo de ar. Isso é feito expandindo a glote, o que permite que mais ar passe. À medida que um indivíduo está passando por essa resposta simpática, eventualmente o sistema nervoso parassimpático tenta desfazer a resposta diminuindo as atividades de alto estresse e aumentando os processos de recuperação, que incluem a digestão em execução. Isso envolve a deglutição, um processo que requer o fechamento da glote totalmente expandida para evitar que o alimento entre na laringe. A glote, no entanto, tenta permanecer aberta enquanto um indivíduo chora. Essa luta para fechar a glote cria uma sensação semelhante a um nó na garganta do indivíduo. [22]

Outros efeitos colaterais comuns do choro são lábios trêmulos, nariz escorrendo e voz trêmula e entrecortada.

De acordo com a Sociedade Alemã de Oftalmologia, que reuniu diferentes estudos científicos sobre o choro, a mulher chora em média 30 a 64 vezes por ano, e o homem chora em média 6 a 17 vezes por ano. [23]

Os homens tendem a chorar entre dois e quatro minutos e as mulheres, cerca de seis minutos. O choro se transforma em soluços para as mulheres em 65% dos casos, em comparação com apenas 6% para os homens. Até a adolescência, entretanto, nenhuma diferença entre os sexos foi encontrada. [24] [23]

A diferença entre a frequência com que homens e mulheres choram é maior nos países mais ricos, mais democráticos e femininos. [25]

Os bebês podem derramar lágrimas em aproximadamente 4–8 semanas de idade. [26]

Embora o choro seja o modo de comunicação do bebê, ele não se limita a um som monótono. Existem três tipos diferentes de choro aparentes em bebês. O primeiro desses três é um choro básico, que é um choro sistemático com um padrão de choro e silêncio. O choro básico começa com um choro associado a um silêncio mais breve, seguido por um assobio inspiratório curto e agudo. Em seguida, há um breve silêncio seguido de outro grito. A fome é o principal estimulante do choro básico. Um grito de raiva é muito parecido com o choro básico, entretanto, neste choro, mais ar em excesso é forçado através das cordas vocais, tornando-o um choro mais alto e abrupto. Este tipo de choro é caracterizado pela mesma sequência temporal do padrão básico, mas distinguido por diferenças na duração dos vários componentes da fase. O terceiro choro é o choro de dor, que, ao contrário dos outros dois, não tem gemidos preliminares. O choro de dor é um choro alto, seguido por um período de retenção da respiração. [ citação necessária A maioria dos adultos pode determinar se o choro de um bebê significa raiva ou dor. [27] A maioria dos pais também tem uma capacidade melhor de distinguir o choro de seu próprio bebê do que o de uma criança diferente. [28] Um estudo de 2009 descobriu que os bebês imitam o contorno de arremesso de seus pais. As crianças francesas choram em uma nota crescente, enquanto as crianças alemãs preferem uma melodia cadente. [29] Carlo Bellieni encontrou uma correlação entre as características do choro dos bebês e o nível de dor, embora não tenha encontrado nenhuma correlação direta entre a causa do choro e suas características. [30]

T. Berry Brazelton sugeriu que a superestimulação pode ser um fator que contribui para o choro do bebê e que os períodos de choro ativo podem servir ao propósito de descarregar a superestimulação e ajudar o sistema nervoso do bebê a recuperar a homeostase. [31] [32]

Sheila Kitzinger encontrou uma correlação entre o nível de estresse pré-natal da mãe e a quantidade posterior de choro do bebê. Ela também encontrou uma correlação entre trauma de nascimento e choro. As mães que passaram por intervenções obstétricas ou que se sentiram impotentes durante o parto tiveram bebês que choraram mais do que outros bebês. Em vez de tentar um remédio após o outro para parar esse choro, ela sugeriu que as mães segurassem seus bebês e permitissem que o choro continuasse. [33] Outros estudos apoiaram as descobertas de Kitzinger. Bebês que tiveram complicações no parto tiveram crises de choro mais prolongadas aos três meses de idade e acordaram com mais frequência chorando à noite. [34] [35]

Com base nessas várias descobertas, Aletha Solter propôs uma teoria geral de liberação emocional do choro infantil. Quando os bebês choram sem motivo óbvio depois que todas as outras causas (como fome ou dor) são excluídas, ela sugere que o choro pode significar um mecanismo benéfico de liberação do estresse. Ela recomenda a abordagem do "choro nos braços" como forma de confortar esses bebês. [36] [37] [38] Outra forma de confortar e acalmar o bebê é imitar a familiaridade e aconchego do útero da mãe. O Dr. Robert Hamilton desenvolveu uma técnica para os pais em que um bebê pode ser acalmado e parar de chorar em 5 segundos. [39]

Tem havido muitas tentativas de diferenciar entre os dois tipos distintos de choro: positivo e negativo. Diferentes perspectivas foram divididas em três dimensões para examinar as emoções sentidas e também para compreender o contraste entre os dois tipos. [40]

A perspectiva espacial explica o choro triste como a tentativa de estar "lá", como em casa ou com uma pessoa que pode ter acabado de morrer. Em contraste, chorar de alegria é reconhecer estar "aqui". Enfatizou a intensa consciência da localização de alguém, como no casamento de um parente. [40]

A perspectiva temporal explica o choro de maneira um pouco diferente. Na perspectiva temporal, o choro doloroso se deve a olhar para o passado com pesar ou para o futuro com pavor. Isso ilustrava o choro como resultado de perder alguém e se arrepender de não ter passado mais tempo com essa pessoa ou de ficar nervoso com um evento que se aproximava. Chorar de felicidade seria então uma resposta a um momento como se fosse eterno a pessoa está congelada em um presente abençoado e imortalizado. [40]

A última dimensão é conhecida como perspectiva público-privada. Isso descreve os dois tipos de choro como formas de implicar em detalhes sobre o self, como são conhecidos em particular ou a identidade pública de alguém. Por exemplo, chorar devido a uma perda é uma mensagem para o mundo exterior que implora por ajuda para lidar com sofrimentos internos. Ou, como sugeriu Arthur Schopenhauer, o choro dolorido é um método de autopiedade ou auto-estima, uma maneira de nos confortarmos. O choro de alegria, em contraste, é em reconhecimento da beleza, glória ou maravilha. [40]

Os xiitas Ithna Ashari (muçulmanos que acreditam em doze imames depois de Maomé) consideram o choro uma responsabilidade importante para com seus líderes que foram martirizados. Eles acreditam que um verdadeiro amante do Imam Hussain pode sentir as aflições e opressões que o Imam Hussain sofreu por seus sentimentos são tão imensos que eles explodem em lágrimas e gemidos. A dor do amado é a dor do amante. Chorar pelo Imam Husain é o sinal ou expressão do amor verdadeiro. Os Imams dos Shias encorajaram o choro especialmente no Imam Husaain e informaram sobre as recompensas por este ato. Eles apóiam sua opinião por meio de uma tradição (ditado) de Muhammad que disse: (No Dia do Juízo, um grupo seria visto no mais excelente e honrado dos estados. Eles seriam questionados se eram dos Anjos ou dos Profetas Em resposta, eles declarariam): "Não somos nem anjos nem profetas, mas dos indigentes da ummah de Maomé". Eles seriam então questionados: "Como, então, você alcançou esse status elevado e honrado?" Eles respondiam: "Não realizamos muitas boas ações, nem passamos todos os dias em jejum ou todas as noites em estado de adoração, mas sim, costumávamos oferecer nossas orações (diárias) (regularmente) e sempre que ouvíamos a menção de Maomé, as lágrimas rolavam pelo nosso rosto ". (Mustadrak al-Wasail, vol 10, pág. 318)

No Cristianismo Ortodoxo e Católico, as lágrimas são consideradas um sinal de arrependimento genuíno e algo desejável em muitos casos. As lágrimas de verdadeira contrição são consideradas sacramentais, úteis no perdão dos pecados, na medida em que evocam o Baptismo do penitente. [41] [42]

Existem três tipos de lágrimas: lágrimas basais, lágrimas reflexas e lágrimas psíquicas. As lágrimas basais são produzidas a uma taxa de cerca de 1 a 2 microlitros por minuto e são feitas para manter o olho lubrificado e suavizar as irregularidades da córnea. Lágrimas reflexivas são lágrimas produzidas em resposta a irritantes para os olhos, como ao cortar cebolas ou ao ser cutucado no olho. As lágrimas psíquicas são produzidas pelo sistema lacrimal e são as lágrimas expelidas durante estados emocionais. [43]


Seu cérebro nos filmes: por que os filmes nos fazem chorar, recuar e torcer

Se você já chorou, riu ou chorou dentro de um cinema, sabe: algumas de nossas experiências emocionais mais intensas acontecem quando estamos assistindo a um filme.

“Considerando que tudo o que você está percebendo são as vibrações de alguns alto-falantes e uma sucessão de imagens estáticas digitais em uma tela - por que consideramos isso real?” perguntou Jeffrey Zacks, professor de psicologia e diretor do Laboratório de Cognição Dinâmica da Universidade de Washington em St. Louis.

Ele revelou algumas das respostas para TODAY e em seu novo livro, "Flicker: Your Brain on Movies", que examina como - se nossos cérebros evoluíram para lidar com o mundo real tridimensional ao vivo - temos reações tão poderosas aos filmes .

A seguir está uma versão editada dessa entrevista.

Como os cineastas conseguem apertar nossos botões?

Uma maneira de percebermos as emoções no filme é por meio do processo que chamo de Regra do Espelho, que diz que é uma boa ideia imitar a entrada visual que você está vendo. Então, se você se aproxima de alguém e ele sorri para você, é bom sorrir de volta.

Se você assistir alguém no teatro e houver um rosto sorridente preenchendo a tela, a maioria do público vai abrir um pequeno sorriso.

Quando sorrimos, tendemos a nos sentir mais felizes. Quando estamos carrancudos, tendemos a ficar com mais raiva. Portanto, essa combinação da Regra do Espelho e a leitura da emoção pelo cérebro do estado atual do corpo é suficiente para produzir emoção.

No cinema, o cineasta tem a oportunidade de integrar essas coisas de maneira muito forte. Ele pode controlar exatamente o que é mostrado no rosto e o que mais está presente. E o espectador tem muito menos oportunidade de se afastar ou se concentrar em outras coisas.

Por que choramos no cinema?

Você tem esse espelhamento facial que faz com que seu rosto fique em uma pose triste e que evoca uma emoção triste. Você se identificou com o personagem e está raciocinando sobre o fato de que eles ficariam tristes e isso produz em você uma tristeza empática.

A música desempenha um grande papel na emoção e no cinema. Freqüentemente, filmes tristes têm música lenta em tons menores nos pontos em que eles estão tentando fazer você chorar.

Encontramos músicas menores na vida real, vemos pessoas chorando e vemos coisas ruins acontecerem a outras pessoas - todas essas coisas nos deixam tristes. Mas em um filme, você pode aumentar essas coisas para 11. Você pode colocar uma grande cara de choro que preenche todo o seu campo visual, então não há outro lugar para olhar.

Você pode configurar situações que são mais perturbadoras e colocar três delas em um filme e, em seguida, pode tocar uma música triste. Você junta todas essas coisas e apenas pega os mecanismos que encontramos na vida real e aperta todos os botões de uma vez.

Você acha que é mais fácil chorar no cinema?

Eu mesmo tive essa experiência. Na vida real, sou uma pessoa bastante estóica, mas já assisti a filmes que nem mesmo eram bons filmes que me deixaram chorando como um bebê. Alguns dos estímulos emocionais que criamos nos filmes são estímulos supernormais.

O mesmo vale para a felicidade?

Com certeza, mas tanto nos filmes quanto na vida real, o trágico é que é muito mais fácil deixar as pessoas tristes do que felizes.

Por que nós recuamos? quando algo é jogado na tela?

Outro princípio geral do comportamento humano é o que chamo de Regra do Sucesso. Diz que quando você é confrontado com estímulos, você tende a realizar os comportamentos que produziram bons resultados em resposta a estímulos semelhantes no passado.

No passado, quando percebíamos um objeto se aproximando, isso significava que havia algo vindo em sua cabeça e que a coisa boa a fazer seria se abaixar. É evolutivamente incorporado. Faça o que funcionou para você no passado.

Portanto, temos toda uma vida inteira de experiência fora do teatro sobre como lidar com objetos físicos e seus movimentos. Não desligamos isso quando vamos sentar. Não podemos desligar isso 100 por cento ou se algo realmente estivesse voando na minha cabeça, eu não responderia de forma adequada.

Tudo isso se estende a assistir TV ou vídeos do YouTube em seu computador?

Sim, embora telas maiores produzam respostas mais robustas. Portanto, sua resposta ao assistir “A Escolha da Sofia” no seu iPhone provavelmente não será tão forte quanto seria no cinema por causa da tela menor e porque você não está sentado em uma sala escura onde todo o resto é cortado.

Os mecanismos gerais estão operando da mesma maneira, é apenas uma questão de até que ponto você é capaz de bloquear as outras fontes de informação em sua vida.

E quando você vai ver uma peça de teatro - os mesmos mecanismos se aplicam?

Sim, exceto que - voltando à capacidade dos filmes de chegar a 11 - há um monte de restrições do mundo real que se aplicam ao teatro que não se aplicam ao filme e que tornam mais difícil ampliar muitos desses padrões.

Você não pode fazer closes, não pode fazer cortes, você tem muito menos controle sobre para onde as pessoas estão olhando no cinema do que em um filme. Isso significa que você terá respostas menos consistentes e menos poderosas em geral. Isso não é uma coisa ruim, é apenas uma diferença.


Se você antecipar o choro

Se você identificar situações potencialmente difíceis de antemão, poderá limitar sua resposta emocional, disse Lauren Bylsma, professora assistente de psiquiatria e psicologia da Universidade de Pittsburgh.

Chorar antes você enfrenta conflito. Se você está indo para uma reunião que teme ou sabe que uma conversa vai ficar desagradável, lide com suas emoções antes do fato. “Talvez se permita chorar de antemão”, disse Bylsma. “É mais provável que você mantenha a compostura se já tiver feito isso.”

Considere o pior cenário possível e ensine como lidar com ele. Dessa forma, disse o Dr. Bylsma, você está preparado para enfrentar qualquer coisa.

Pratique manter a conversa sob controle. “Evite o aumento da emoção”, disse o Dr. Bylsma. “Atenha-se aos fatos e não seja pego em uma discussão emocional acalorada. Você pode ensaiar o que vai dizer e como vai dizer, para não esquentar muito. ”


Sobre a especialista: Lisa Damour, PhD

Lisa Damour, PhD, é membro da APA e escreve a coluna mensal da Adolescência para O jornal New York Times, atua como colaborador regular do CBS News, mantém uma clínica privada de psicoterapia, presta consultoria e fala internacionalmente, é consultor sênior do Schubert Center for Child Studies na Case Western Reserve University e atua como diretor executivo do Laurel School's Center for Research on Garotas. Damour escreveu vários artigos acadêmicos, capítulos e livros relacionados à educação e ao desenvolvimento infantil. Ela também é autora de dois New York Times best-sellers, "Untangled: Guiding Teenage Girls Through the Seven Transitions into Adulthood" e "Under Pressure: Confronting the Epidemic of Stress and Anxiety in Girls". Ela foi bolsista do Edward Zigler Center in Child Development and Social Policy de Yale e a Power Foundation da Universidade de Michigan.


Como ajudar os outros

OptionB.Org: Quais são algumas estratégias para oferecer suporte a alguém que está sofrendo?

CD: Recentemente, perguntamos a adolescentes que perderam um dos pais sobre o que seus amigos fizeram que significou muito para eles. Uma coisa que eles disseram que ajudou foi simplesmente estar lá. Deixe a pessoa enlutada chorar, falar ou apenas ser. O silêncio está bem. A outra coisa que ajudou foi quando seus amigos passaram um tempo com eles fazendo as mesmas atividades que faziam juntos antes de sua perda. Eles não queriam ser lamentados. Eles não queriam que todos pisassem em ovos ao seu redor. Os adolescentes queriam suas velhas vidas de volta e, embora isso não fosse possível, ajudou a sair com os amigos fazendo as coisas que eles gostavam antes.

OptionB.Org: Como os locais de trabalho podem ser mais empáticos com aqueles que estão sofrendo?

CD: Após a tragédia, pode ser incrivelmente difícil se concentrar. As pessoas podem ter ondas de tristeza. Eles podem começar a chorar sem aviso prévio. Essas coisas vão interferir em sua capacidade de trabalho e os empregadores precisam estar cientes disso. Apenas saber que um empregador é compreensivo pode ajudar muito uma pessoa a lidar com a situação.


Medo de chorar: por que dizemos aos meninos para não chorarem?

A arte da masculinidade é uma escola que muitos meninos adotam à medida que envelhecem.

Desde tenra idade, eles são encorajados a seguir este caminho por uma cultura e ambiente que alegra uma mentalidade feminina e abertamente masculina. Mas o estereótipo de gênero masculino cola um rótulo aos meninos que pode sufocar seu desenvolvimento emocional. Frases como "garotos grandes não choram" e "seja um homem" são lançadas sobre eles, prejudicando sua autoestima e diminuindo sua autoimagem. Dizemos que o ditado se foi há muito tempo, mas os traços são deixados de uma masculinidade tóxica desconcertante que afeta negativamente nossa juventude. Os meninos não deveriam chorar.

Onde está escrito em nossa pele e ossos que chorar, demonstrar emoção, é um conceito estritamente feminino?

A autora e professora Fiona Forman possui um mestrado em psicologia positiva aplicada. Ela é co-autora do programa Weaving Well-Being e dá palestras para pais e escolas sobre o bem-estar e a resiliência das crianças. Ela relata como existem elementos dominantes de nossa cultura contemporânea que ainda valorizam a resistência emocional e a contenção nos homens.

“Tradicionalmente, os homens eram vistos como fracos ou pouco masculinos de alguma forma se se expressassem por meio do choro”, diz ela, “daí termos como‘ homem para cima ’e insultos como‘ menino da mamãe ’. Embora essa visão da masculinidade esteja felizmente mudando, ainda é difícil se livrar dos valores culturais arraigados que todos nós absorvemos. De certa forma, podemos sentir que estamos protegendo os meninos dos julgamentos dos outros e os preparando para o chamado "mundo real", dizendo-lhes para não chorarem desde tenra idade. Sempre foi socialmente mais aceitável que as meninas chorassem, por isso é mais provável que as reconfortemos em vez de dizer-lhes para pararem ”.

Os meninos se transformam em homens que muitas vezes são vistos como menos abertos sobre seus sentimentos em comparação com as mulheres, mas porque eles podem não falar, não significa que não sentem. Apesar de ser culturalmente mais tolerante e ter mais esperança de que os homens compartilhem seus sentimentos, o medo de ser percebido como qualquer outra coisa que não seja o masculino afeta nossa compreensão de seu estado emocional. Com o aumento das taxas de depressão, o suicídio é a principal causa de morte de jovens do sexo masculino. Após os 16 anos, a taxa aumenta.

De acordo com os samaritanos, na Irlanda, os homens têm quatro vezes mais probabilidade de se suicidar do que as mulheres, com a maior taxa de suicídio entre os homens de 25 a 34 anos. A pesquisa sobre as taxas de suicídio reconheceu que uma das razões para tirar a própria vida é muitas vezes cultural. Espera-se que os homens sejam estóicos, fortes e não emocionais. Na verdade, o retrato que a mídia faz dos homens muitas vezes sugere que ser emocionalmente forte significa enterrar emoções que parecem fazer você parecer fraco, por exemplo, chorar. O paradigma do macho alfa é destrutivo.

Completamente normal

De acordo com Forman, o primeiro passo no desenvolvimento emocional saudável envolve meninos e meninas aprendendo a aceitar que todas as emoções, incluindo as chamadas "negativas", como tristeza, decepção, frustração, preocupação e raiva são completamente normais e não precisam ser evitados, suprimidos ou temidos. O segundo passo é ensiná-los a expressar todas as suas emoções de forma construtiva, em vez de destrutiva.

“O choro é uma expressão muito saudável de sentimentos como tristeza e decepção. Se dissermos aos meninos para não chorarem, eles podem começar a suprimir, evitar ou bloquear essas emoções, pois não são incentivados a expressá-las ”, explica Forman.

“Isso pode fazer com que os meninos se desconectem desses sentimentos e absorvam a mensagem de que não é certo que eles os sintam. Over the long term, this can have a negative impact on their ability to manage these emotions and, of course, this will have a negative impact on their mental health and possibly on their ability to form close, open and honest relationships as adults. They may also begin to internalise the damaging stereotype that to be a ‘real man’ they need to be tough and invulnerable, which may be completely at odds with their authentic selves, which may be sensitive and gentle.”

We tend to parent our sons and daughters differently, engaging in and encouraging their emotional development differently. We must remember that childhood is a crucial time for their emotional growth as it is in these early years that they learn to understand and regulate these new strong emotions they are attempting to comprehend.

Boys have a tendency to suppress their emotions, run away from them or stomp them out. If we believe this is how our sons are managing their emotions, we are limiting their understanding of their feelings. We aim to teach our children to be resilient but, as Forman advises, there is a common misconception that being resilient means being tough or unaffected by strong feelings, which is a very unhealthy response. We need to teach children that being resilient is being able to feel and express our feelings and having the inner strength to cope with them all.

Healthy release

We cry because it is a healthy release for all of us. It helps us to self-soothe, releases chemicals like oxytocin, endorphins and stress-relieving hormones. It is calming, mood-enhancing, pain-relieving and overall beneficial to our wellbeing. Crying is also considered to be attachment behaviour, encouraging bonds and supports from friends and family.

“As a teacher,” says Forman, “I’ve often witnessed the wonderful way children respond with genuine feeling and concern for a friend or classmate who is upset and crying. The message that we are not alone in our distress is one of the most powerful ones we can give to each other – it helps us to bond and connect with each other on a deeper level.

“When we send children the message that it is okay to feel sad or upset and to cry, and we soothe and comfort them, we are validating their experiences and feelings. That is the first step towards processing these big feelings, recovering from them and learning how to self-soothe. Healthy emotional self-regulation cannot develop unless children are encouraged to express their emotions openly as a starting point.”


Working while mourning: How to grieve when you're on the job

In early January, just days after we’d said our post-holiday goodbyes, my husband’s Aunt Alice passed away. We’d become very close and her sudden death brought me to me knees, and then right into a fetal position. Three weeks later, my Uncle Randy died out of nowhere of a heart attack. This loss too, doubled me over and rendered me completely unable to do much of anything.

As a freelancer I was able to take as much time off as I needed, but because I felt it could be potentially harmful to my career and finances to just go off the grid, I took just a couple days and then flung myself right back into the hustle.

I managed, but honestly I think I did OK because, although I was close to my loved ones who passed, our lives were not inextricably woven together. I hadn’t lost a child, a parent or a spouse.

What would I have done in the wake of a more severe loss? More pointedly: How would I have even been able to grieve and be productive at the same time?

There’s no strict answer to this, and it may be such that you just can’t work after a traumatic loss but in talking with mental health experts and folks who have lost loved ones while working, I’ve learned that there are ways to manage grieving on the job.


Your brain on movies: Why films make us cry, flinch and cheer

If you’ve ever wept, giggled or grieved inside a movie theater, you know: Some of our most intense emotional experiences come when we’re watching a film.

“Given that all you’re perceiving are the vibrations of some speakers and a succession of still digital images on a screen – why do we take that as real?” asked Jeffrey Zacks, a professor of psychology and director of the Dynamic Cognition Laboratory at Washington University in St. Louis.

He revealed some of the answers to TODAY and in his new book, “Flicker: Your Brain on Movies,” which examines how —if our brains evolved to deal with the live, three-dimensional real world — we have such powerful reactions to films.

The following is an edited version of that interview.

How are filmmakers able to push our buttons?

One way that we perceive emotion in film is through I process I call the Mirror Rule, which says that it’s a good idea to mimic the visual input that you’re seeing. So if you walk up to somebody and they smile at you, it’s good to smile back.

If you watch somebody in the theater and there’s a smiling face filling the screen, most of the audience is going to pop a little bit of a smile.

When we’re smiling, we tend to feel happier. When we’re frowning, we tend to feel angrier. So that combination of the Mirror Rule and the reading of emotion by the brain off the current state of the body is enough to produce emotion.

In film, a filmmaker has the opportunity to integrate those things very tightly. He can control exactly what’s shown of the face and what else is present. And the viewer has much less opportunity to walk away or focus on other things.

Why do we cry at movies?

You’ve got this facial mirroring that causes your face to wind up in a sad pose, and that evokes a sad emotion. You’ve identified with the character and you’re reasoning about the fact that they would be sad and that produces empathetic sadness in you.

Music plays a big role in emotion and film. Often, sad movies have slow minor key music at the points that they’re trying to get you to cry.

We encounter minor key music in real life, we see people who cry and we watch bad things happen to other people—all these things make us feel sad. But in a movie, you can crank those things up to 11. You can put a big crying face that fills up your whole visual field so there’s no other place to look.

You can set up situations that are most upsetting and put three of them in a film and then you can play sad music. You put all those things together and it’s just taking the mechanisms that we encounter in real life and just really pushing all the buttons at once.

Do you think it’s easier to cry at the movies?

I’ve had that experience myself. In real life, I’m a pretty stoic person but I’ve been at movies that were not even good movies that had me bawling like a baby. Some of the emotional stimuli that we create in movies are supernormal stimuli.

Is the same true for happiness?

Absolutely, but in both movies and in real life, the tragic thing is it’s a lot easier to make people sad than to make people happy.

Why do we flinch when something is thrown on screen?

Another general principle of human behavior is what I call the Success Rule. It says that when you’re confronted with stimuli, you tend to perform the behaviors that produced good outcomes in response to similar stimuli in the past.

In the past, when we have perceived a looming object, that meant that there was something coming at your head and the good thing to do would be to duck. It’s evolutionarily baked in. Do what’s worked for you in the past.

So we have this whole lifetime of experience outside the theater with how to deal with physical objects and their movement. We don’t turn that off when we go sit down. We can’t shut that down 100 percent or if something really was flying at my head, I wouldn’t respond appropriately.

Does all of this extend to watching TV or YouTube videos on your computer?

Yes, though bigger screens produce more robust responses. So your response to watching “Sophie’s Choice” on your iPhone is probably not going to be as strong as it would be in the theater because of the smaller screen and because you’re not sitting in a dark room where everything else is cut off.

The general mechanisms are operating in the same way, it’s just a question of to what degree you are able to block out the other sources of information in your life.

What about when you go see a play in a theater – do the same mechanisms apply?

Yes, except that – coming back to the ability of movies to take it to 11—there’s a bunch of real world constraints that apply to theater that don’t apply to film that make it harder to amp up a lot of these patterns.

You can’t do close ups, you can’t do cuts, you have much less control over where people are looking in the theater than in a film. That means you’re going to have less consistent and less powerful responses overall. That’s not a bad thing, it’s just a difference.


10 Things You Didn't Know About Personality

Personality is one of the most popular topics within psychology. The field of personality psychology is rich with fascinating facts about the traits and characteristics that make us who we are. Did you know that people can make fairly accurate assessments of your personality based solely on your Facebook profile? Or that certain personality traits are linked to particular illnesses? Learn more about what researchers have learned in these 10 fascinating facts about personality.


The physiological need to cry

Sometimes there can be some sort of physical problem. We know that the need to cry is part of venting our emotions, as well as a way to deal with stress and tension.

But there are people who are incapable of achieving this due to an autoimmune disease. It is not that they are repressing their feelings. It is a problem with physiological origins founded in the autoimmune system.

These people suffer from an autoimmune disease known as “Sjögren’s Syndrome” which causes dryness in the lacrimal glands, making it is almost impossible to filter tears.

So then, setting aside the possibility of this illness, the greater majority of us have experienced this situation at some point, that of not being able to cry. A reality that can occur for a variety of reasons.

Tears as part of a process

Not all of us are the same nor do we manage our problems in the same ways. Furthermore, it is possible for each situation to be unique and for us to react in a different way. We can cry normally when faced with the loss of a loved one, yet we are incapable of shedding a tear when, for example, we are abandoned by our partner.

How can this be? It all depends on how we have understood the problem. We accept the loss of a family member, we know that we are never going to see them again. We feel that pain and we translate it into tears.

However, faced with the situation of being abandoned and even betrayed, maybe we deal with the experience in a different way. First, we may feel a lack of understanding then, we may hang onto some hope that this person will come back or regret what they did. Later, anger may show up.

Stages in which tears have still not appeared because they still were not necessary. But down the road, despair and sadness will rear their ugly heads. It is then that our tears will come and our need to release our emotions through them. What conclusion can we draw from this? That tears, the need to cry, have a cycle.

If we feel anxiety or uncertainty and we have not yet rationalized the situation, it is possible that the tears may not come. But this will depend on each person’s personality. More sensitive personalities tend to turn to tears as a proper release mechanism. Those with a greater need for self-control or the simple need to rationalize every aspect of their lives will take longer to experience those tears.

Tears and their social connotation

Are tears a sign of weakness, of personal fragility? We are not weaker or more vulnerable because we have shown them. Sometimes they are as necessary as breathing and they are an indispensable part of all mourning. We have to experience them to feel better.

Sometimes, though, our education, our personal and social context can brainwash us into thinking that it is better to deal with pain in silence. This is mistake that, in the long term, can cause us serious health problems. Untreated wounds that can turn into internal lesions.

It is not worth it. Tears and the need to cry are part of our personality. There are those who will show a certain facility in letting them go, and for others, it is simply harder.

They are part of a cycle where self-recognition is essential, knowing how to identify the emotions that we have within us, knowing how to listen. Maybe they will not come when we need them the most and that will make us feel strange. With everything that is happening to me… how is it possible that I cannot cry?

Do not worry, they will come when they need to. At the most unexpected moment, when you relax, when you are more aware, and you accept the situation. Only then will the tears offer you true relief.


Working while mourning: How to grieve when you're on the job

In early January, just days after we’d said our post-holiday goodbyes, my husband’s Aunt Alice passed away. We’d become very close and her sudden death brought me to me knees, and then right into a fetal position. Three weeks later, my Uncle Randy died out of nowhere of a heart attack. This loss too, doubled me over and rendered me completely unable to do much of anything.

As a freelancer I was able to take as much time off as I needed, but because I felt it could be potentially harmful to my career and finances to just go off the grid, I took just a couple days and then flung myself right back into the hustle.

I managed, but honestly I think I did OK because, although I was close to my loved ones who passed, our lives were not inextricably woven together. I hadn’t lost a child, a parent or a spouse.

What would I have done in the wake of a more severe loss? More pointedly: How would I have even been able to grieve and be productive at the same time?

There’s no strict answer to this, and it may be such that you just can’t work after a traumatic loss but in talking with mental health experts and folks who have lost loved ones while working, I’ve learned that there are ways to manage grieving on the job.


If you anticipate crying

If you identify potentially fraught situations beforehand, you can limit your emotional response, said Lauren Bylsma, an assistant professor of psychiatry and psychology at the University of Pittsburgh.

Cry antes you face conflict. If you’re going into a meeting you are dreading, or know a conversation will turn nasty, deal with your emotions before the fact. “Maybe allow yourself to cry it out beforehand,” Dr. Bylsma said. “You’ll be more likely to keep your composure if you’ve already done that.”

Consider the worst-case scenario, and rehearse how to handle it. That way, Dr. Bylsma said, you’re prepared to face anything.

Practice keeping the conversation on track. “Avoid emotion escalation,” Dr. Bylsma said. “Stick to the facts, and don’t get caught up in a heated emotional argument. You can rehearse what you are going to say and how you are going to say it, so it doesn’t get too heated.”


How to help others

OptionB.Org: What are some strategies to offer support to someone who is grieving?

CD: We recently asked teens who lost a parent about what their friends did that meant a lot to them. One thing they said helped was simply being there. Let the bereaved person cry, talk, or just be. Silence is okay. The other thing that helped was when their friends spent time with them doing the same activities they had done together before their loss. They didn’t want to be pitied. They didn’t want everyone walking on eggshells around them. The teens wanted their old lives back, and though that wasn’t possible, it helped to hang out with friends doing the things they enjoyed before.

OptionB.Org: How can workplaces be more empathic to those who are grieving?

CD: In the wake of tragedy, it can be incredibly hard to concentrate. People may have waves of grief. They may start crying without notice. These things are going to interfere with their ability to work, and employers need to be aware of this. Just knowing an employer is understanding can go a long way toward helping a person cope.


Fears for tears: why do we tell boys not to cry?

The art of manliness is a school many boys veer towards the older they get.

From a young age, they are encouraged down this route by a culture and environment which cheers a laddish and overtly masculine mind frame. But the male gender stereotype sticks a label on to boys that can stifle their emotional development. Phrases such as “big boys don’t cry” and “be a man” are thrown at them, damaging their self-worth and belittling their self-image. We say the adage is long gone, but traces are left of a bewildering toxic masculinity that negatively affects our youth. Boys shouldn’t cry.

Where is it written on our skin and bones that crying, showing emotion, is a strictly feminine concept?

Author and teacher Fiona Forman holds an MSc in applied positive psychology. She is co-author of the Weaving Well-Being programme and delivers parent and school talks on children’s wellbeing and resilience. She recounts how there are dominant elements of our contemporary culture that still value emotional toughness and restraint in men.

“Traditionally, men were seen as being weak or unmanly in some way if they expressed themselves through crying,” she says, “hence terms such as ‘man up’ and insults such as ‘Mammy’s boy’. Although this view of masculinity is thankfully changing, it is still hard to shake off the entrenched cultural values that we have all absorbed. In some ways, we may feel we are protecting boys from the judgements of others and preparing them for the so-called ‘real world’ by telling them not to cry from a young age. It has always been more socially acceptable for girls to cry, so we are more likely to comfort them rather than telling them to stop.”

Boys grow into men who are often seen to be less open about their feelings in comparison to women but because they may not talk, does not mean they don’t feel. Despite being culturally more accepting and hopeful that men will share their feelings, the fear of being perceived as anything other than masculine affects our understanding of their emotional state. With increased rates of depression, suicide is a leading cause of death of young males. After the age of 16, the rate increases.

According to the Samaritans, in Ireland, men are four times more likely to take their own lives than women, with the highest suicide rate for men aged 25 to 34 years’ old. Research into suicide rates has recognised one reason for taking their own life is often cultural. Men are expected to be stoic, strong and non-emotional. In fact, the media’s portrayal of men often suggests that to be emotionally strong means burying emotions that appear to make you look weak, for instance crying. The alpha male paradigm is destructive.

Completely normal

According to Forman, the first step in healthy emotional development involves both boys and girls learning to accept that all emotions, including the so-called ‘negative ones’ such as sadness, disappointment, frustration, worry and anger are completely normal and don’t need be avoided, suppressed or feared. The second step is teaching them how to express all their emotions constructively, rather than destructively.

“Crying is a very healthy expression of feelings such as sadness and disappointment. If we tell boys not to cry, they may begin to suppress, avoid or shut down these emotions, as they are not encouraged to express them,” explains Forman.

“This can lead to boys becoming disconnected from these feelings and absorbing the message that it is not okay for them to have them. Over the long term, this can have a negative impact on their ability to manage these emotions and, of course, this will have a negative impact on their mental health and possibly on their ability to form close, open and honest relationships as adults. They may also begin to internalise the damaging stereotype that to be a ‘real man’ they need to be tough and invulnerable, which may be completely at odds with their authentic selves, which may be sensitive and gentle.”

We tend to parent our sons and daughters differently, engaging in and encouraging their emotional development differently. We must remember that childhood is a crucial time for their emotional growth as it is in these early years that they learn to understand and regulate these new strong emotions they are attempting to comprehend.

Boys have a tendency to suppress their emotions, run away from them or stomp them out. If we believe this is how our sons are managing their emotions, we are limiting their understanding of their feelings. We aim to teach our children to be resilient but, as Forman advises, there is a common misconception that being resilient means being tough or unaffected by strong feelings, which is a very unhealthy response. We need to teach children that being resilient is being able to feel and express our feelings and having the inner strength to cope with them all.

Healthy release

We cry because it is a healthy release for all of us. It helps us to self-soothe, releases chemicals like oxytocin, endorphins and stress-relieving hormones. It is calming, mood-enhancing, pain-relieving and overall beneficial to our wellbeing. Crying is also considered to be attachment behaviour, encouraging bonds and supports from friends and family.

“As a teacher,” says Forman, “I’ve often witnessed the wonderful way children respond with genuine feeling and concern for a friend or classmate who is upset and crying. The message that we are not alone in our distress is one of the most powerful ones we can give to each other – it helps us to bond and connect with each other on a deeper level.

“When we send children the message that it is okay to feel sad or upset and to cry, and we soothe and comfort them, we are validating their experiences and feelings. That is the first step towards processing these big feelings, recovering from them and learning how to self-soothe. Healthy emotional self-regulation cannot develop unless children are encouraged to express their emotions openly as a starting point.”


Conteúdo

The question of the function or origin of emotional tears remains open. Theories range from the simple, such as response to inflicted pain, to the more complex, including nonverbal communication in order to elicit altruistic helping behavior from others. [5] [6] Some have also claimed that crying can serve several biochemical purposes, such as relieving stress and clearance of the eyes. [7] Crying is believed to be an outlet or a result of a burst of intense emotional sensations, such as agony, surprise or joy. This theory could explain why people cry during cheerful events, as well as very painful events. [8]

Individuals tend to remember the positive aspects of crying, and may create a link between other simultaneous positive events, such as resolving feelings of grief. Together, these features of memory reinforce the idea that crying helped the individual. [9]

In Hippocratic and medieval medicine, tears were associated with the bodily humors, and crying was seen as purgation of excess humors from the brain. [10] William James thought of emotions as reflexes prior to rational thought, believing that the physiological response, as if to stress or irritation, is a precondition to cognitively becoming aware of emotions such as fear or anger.

William H. Frey II, a biochemist at the University of Minnesota, proposed that people feel "better" after crying due to the elimination of hormones associated with stress, specifically adrenocorticotropic hormone. This, paired with increased mucosal secretion during crying, could lead to a theory that crying is a mechanism developed in humans to dispose of this stress hormone when levels grow too high. [11] However, tears have a limited ability to eliminate chemicals, reducing the likelihood of this theory. [12]

Recent psychological theories of crying emphasize the relationship of crying to the experience of perceived helplessness. [13] From this perspective, an underlying experience of helplessness can usually explain why people cry. For example, a person may cry after receiving surprisingly happy news, ostensibly because the person feels powerless or unable to influence what is happening.

Emotional tears have also been put into an evolutionary context. One study proposes that crying, by blurring vision, can handicap aggressive or defensive actions, and may function as a reliable signal of appeasement, need, or attachment. [14] Oren Hasson, an evolutionary psychologist in the zoology department at Tel Aviv University believes that crying shows vulnerability and submission to an attacker, solicits sympathy and aid from bystanders, and signals shared emotional attachments. [15]

Another theory that follows evolutionary psychology is given by Paul D. MacLean, who suggests that the vocal part of crying was used first as a "separation cry" to help reunite parents and offspring. The tears, he speculates, are a result of a link between the development of the cerebrum and the discovery of fire. MacLean theorizes that since early humans must have relied heavily on fire, their eyes were frequently producing reflexive tears in response to the smoke. As humans evolved the smoke possibly gained a strong association with the loss of life and, therefore, sorrow. [16]

In 2017 Carlo Bellieni analysed the weeping behavior, and concluded that most animals can cry but only humans have psychoemotional shedding of tears, also known as "weeping". Weeping is a behavior that induces empathy perhaps with the mediation of the mirror neurons network, and influences the mood through the release of hormones elicited by the massage effect made by the tears on the cheeks, or through the relief of the sobbing rhythm. [17] Many ethologists would disagree. [18] [ page needed ]

It can be very difficult to observe biological effects of crying, especially considering many psychologists believe the environment in which a person cries can alter the experience of the crier. However, crying studies in laboratories have shown several physical effects of crying, such as increased heart rate, sweating, and slowed breathing. Although it appears that the type of effects an individual experiences depends largely on the individual, for many it seems that the calming effects of crying, such as slowed breathing, outlast the negative effects, which could explain why people remember crying as being helpful and beneficial. [19]

Globus sensation Edit

The most common side effect of crying is feeling a lump in the throat of the crier, otherwise known as a globus sensation. [20] Although many things can cause a globus sensation, the one experienced in crying is a response to the stress experienced by the sympathetic nervous system. When an animal is threatened by some form of danger, the sympathetic nervous system triggers several processes to allow the animal to fight or flee. This includes shutting down unnecessary body functions, such as digestion, and increasing blood flow and oxygen to necessary muscles. When an individual experiences emotions such as sorrow, the sympathetic nervous system still responds in this way. [21] Another function increased by the sympathetic nervous system is breathing, which includes opening the throat in order to increase air flow. This is done by expanding the glottis, which allows more air to pass through. As an individual is undergoing this sympathetic response, eventually the parasympathetic nervous system attempts to undo the response by decreasing high stress activities and increasing recuperative processes, which includes running digestion. This involves swallowing, a process which requires closing the fully expanded glottis to prevent food from entering the larynx. The glottis, however, attempts to remain open as an individual cries. This fight to close the glottis creates a sensation that feels like a lump in the individual's throat. [22]

Other common side effects of crying are quivering lips, a runny nose, and an unsteady, cracking voice.

According to the German Society of Ophthalmology, which has collated different scientific studies on crying, the average woman cries between 30 and 64 times a year, and the average man cries between 6 and 17 times a year. [23]

Men tend to cry for between two and four minutes, and women cry for about six minutes. Crying turns into sobbing for women in 65% of cases, compared to just 6% for men. Until adolescence, however, no difference between the sexes was found. [24] [23]

The gap between how often men and women cry is larger in wealthier, more democratic, and feminine countries. [25]

Infants can shed tears at approximately 4–8 weeks of age. [26]

Although crying is an infant's mode of communication, it is not limited to a monotonous sound. There are three different types of cries apparent in infants. The first of these three is a basic cry, which is a systematic cry with a pattern of crying and silence. The basic cry starts with a cry coupled with a briefer silence, which is followed by a short high-pitched inspiratory whistle. Then, there is a brief silence followed by another cry. Hunger is a main stimulant of the basic cry. An anger cry is much like the basic cry however, in this cry, more excess air is forced through the vocal cords, making it a louder, more abrupt cry. This type of cry is characterized by the same temporal sequence as the basic pattern but distinguished by differences in the length of the various phase components. The third cry is the pain cry, which, unlike the other two, has no preliminary moaning. The pain cry is one loud cry, followed by a period of breath holding. [ citação necessária ] Most adults can determine whether an infant's cries signify anger or pain. [27] Most parents also have a better ability to distinguish their own infant's cries than those of a different child. [28] A 2009 study found that babies mimic their parents' pitch contour. French infants wail on a rising note while German infants favor a falling melody. [29] Carlo Bellieni found a correlation between the features of babies' crying and the level of pain, though he found no direct correlation between the cause of crying and its characteristics. [30]

T. Berry Brazelton has suggested that overstimulation may be a contributing factor to infant crying and that periods of active crying might serve the purpose of discharging overstimulation and helping the baby's nervous system regain homeostasis. [31] [32]

Sheila Kitzinger found a correlation between the mother's prenatal stress level and later amount of crying by the infant. She also found a correlation between birth trauma and crying. Mothers who had experienced obstetrical interventions or who were made to feel powerless during birth had babies who cried more than other babies. Rather than try one remedy after another to stop this crying, she suggested that mothers hold their babies and allow the crying to run its course. [33] Other studies have supported Kitzinger's findings. Babies who had experienced birth complications had longer crying spells at three months of age and awakened more frequently at night crying. [34] [35]

Based on these various findings, Aletha Solter has proposed a general emotional release theory of infant crying. When infants cry for no obvious reason after all other causes (such as hunger or pain) are ruled out, she suggests that the crying may signify a beneficial stress-release mechanism. She recommends the "crying-in-arms" approach as a way to comfort these infants. [36] [37] [38] Another way of comforting and calming the baby is to mimic the familiarity and coziness of mother's womb. Dr. Robert Hamilton developed a technique to parents where a baby may be calmed and stop crying in 5 seconds. [39]

There have been many attempts to differentiate between the two distinct types of crying: positive and negative. Different perspectives have been broken down into three dimensions to examine the emotions being felt and also to grasp the contrast between the two types. [40]

Spatial perspective explains sad crying as reaching out to be "there", such as at home or with a person who may have just died. In contrast, joyful crying is acknowledging being "here." It emphasized the intense awareness of one's location, such as at a relative's wedding. [40]

Temporal perspective explains crying slightly differently. In temporal perspective, sorrowful crying is due to looking to the past with regret or to the future with dread. This illustrated crying as a result of losing someone and regretting not spending more time with them or being nervous about an upcoming event. Crying as a result of happiness would then be a response to a moment as if it is eternal the person is frozen in a blissful, immortalized present. [40]

The last dimension is known as the public-private perspective. This describes the two types of crying as ways to imply details about the self as known privately or one's public identity. For example, crying due to a loss is a message to the outside world that pleads for help with coping with internal sufferings. Or, as Arthur Schopenhauer suggested, sorrowful crying is a method of self-pity or self-regard, a way one comforts oneself. Joyful crying, in contrast, is in recognition of beauty, glory, or wonderfulness. [40]

The Shia Ithna Ashari (Muslims who believe in twelve Imams after Muhammad) consider crying to be an important responsibility towards their leaders who were martyred. They believe a true lover of Imam Hussain can feel the afflictions and oppressions Imam Hussain suffered his feelings are so immense that they break out into tears and wail. The pain of the beloved is the pain of the lover. Crying on Imam Husain is the sign or expression of true love. The Imams of Shias have encouraged crying especially on Imam Husaain and have informed about rewards for this act. They support their view through a tradition (saying) from Muhammad who said: (On the Day of Judgment, a group would be seen in the most excellent and honourable of states. They would be asked if they were of the Angels or of the Prophets. In reply they would state): "We are neither Angels nor Prophets but of the indigent ones from the ummah of Muhammad". They would then be asked: "How then did you achieve this lofty and honourable status?" They would reply: "We did not perform very many good deeds nor did we pass all the days in a state of fasting or all the nights in a state of worship but yes, we used to offer our (daily) prayers (regularly) and whenever we used to hear the mention of Muhammad, tears would roll down our cheeks".(Mustadrak al‑Wasail, vol 10, pg. 318)

In Orthodox and Catholic Christianity, tears are considered to be a sign of genuine repentance, and a desirable thing in many cases. Tears of true contrition are thought to be sacramental, helpful in forgiving sins, in that they recall the Baptism of the penitent. [41] [42]

There are three types of tears: basal tears, reflexive tears, and psychic tears. Basal tears are produced at a rate of about 1 to 2 microliters a minute, and are made in order to keep the eye lubricated and smooth out irregularities in the cornea. Reflexive tears are tears that are made in response to irritants to the eye, such as when chopping onions or getting poked in the eye. Psychic tears are produced by the lacrimal system and are the tears expelled during emotional states. [43]


About the expert: Lisa Damour, PhD

Lisa Damour, PhD, is an APA member who writes the monthly Adolescence column for O jornal New York Times, serves as a regular contributor to CBS News, maintains a private psychotherapy practice, consults and speaks internationally, is a senior advisor to the Schubert Center for Child Studies at Case Western Reserve University and serves as the executive director of Laurel School’s Center for Research on Girls. Damour has written numerous academic papers, chapters and books related to education and child development. She is also the author of two New York Times best-selling books, "Untangled: Guiding Teenage Girls Through the Seven Transitions into Adulthood" and “Under Pressure: Confronting the Epidemic of Stress and Anxiety in Girls." She has been a fellow at Yale’s Edward Zigler Center in Child Development and Social Policy and the University of Michigan’s Power Foundation.